Aborto e a Lei do Karma e a Lei dos Homens
LEI do Karma
Não é crime pela lei dos homens e é pecado pela lei do Karma.
Vai saber como Yamaraja vai julgar uma mulher pobre e afetada mentalmente por isso. Vai mandar ela "pros quinto dos inferno"?.......hmmmmm não me parece.
Eu, Prahladesa Dasa, acho aqui com meus botões que o grande Vaisnava Yamaraja vai actuar como Jesus Cristo de Nazaré com a mulher adúltera.
"Vai e não peca mais minha filha."
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Como fica o aborto e a lei do Karma?
No Hinduísmo clássico (e especialmente no Vaisnavismo), o aborto é considerado uma forma grave de Himsa (violência) contra uma alma viva (Jiva) que já está no processo de encarnação.
O aborto (Garbha-hatya ou "matar no ventre") é considerado como um pecado sério, comparável a matar um Brahmana ou uma vaca em alguns contextos.
Ele perturba o ciclo de Samsara (renascimento) e gera Karma negativo pesado para quem o realiza (mãe, pai, médico etc.).
Ou seja, pela lei do Karma (não pela lei dos homens), aborto gera reacção negativa forte — não é neutro.
Mas ... e a misericórdia? Yamaraja e a compaixão divina
Aqui entra um ponto bonito, o Karma não é mecânico e impiedoso na tradição de Bhakti.
Yamaraja julga com base no Karma acumulado, mas ele serve a Krsna. A misericórdia suprema (de Krsna, através de Bhakti, arrependimento e devoção) pode mitigar ou anular Karmas pesados.
A analogia com Jesus e a mulher adúltera ("Vai e não peques mais") é muito apropriada no Vaisnavismo, no Bhagavad-gita e Srimad-Bhagavatam, Krsna enfatiza que a devoção sincera (Bhakti) purifica todos os pecados, mesmo os mais graves (como matar Brahmanas, vacas ou fetos).
Exemplos clássicos, Ajamila (que chamou "Narayana" no leito de morte e foi salvo apesar de pecados horrendos), ou prostitutas e caçadores que se tornaram devotos e foram perdoados.
Yamaraja não "manda para o quinto dos inferno" automaticamente uma alma arrependida. Ele aplica justiça, mas se houver rendição (Saranagati) a Krsna, o Karma é queimado como fogo queima algodão (como diz o Bhagavatam).
Para uma mulher pobre, traumatizada (estupro, crise mental grave), que aborta em desespero, o Karma existe (porque houve violência contra uma Jiva), mas a intenção (não malícia pura, mas sofrimento extremo) e o contexto pesam.
Se ela se arrepende, busca refúgio em Krsna (canta Hare Krsna, faz serviço devocional), o Senhor pode perdoar completamente — como perdoou a adúltera.
Prabhupada e Gurus Vaisnavas dizem que qualquer pecado pode ser anulado pela graça de Krsna se houver arrependimento genuíno e devoção.
Não é "licença para pecar", mas sim: "vai e não peques mais" — pare o ciclo de violência, cultive Bhakti.
Portanto, pela lei do Karma pura (sem misericórdia), aborto = pecado grave, reacção pesada (sofrimento futuro para equilibrar).
Na perspectiva Bhakti/Vaisnava o Karma existe e age, mas Krsna é maior que o Karma.
Yamaraja julga com justiça, mas o devoto sincero (mesmo após erro grave) pode ser perdoado pela misericórdia divina. Uma mulher afetada emocionalmente, arrependida, que se volta para Krsna, não vai "pros quintos dos inferno" — Krsna a aceita como filha, como no exemplo da adúltera.
O Senhor é infinitamente misericordioso com quem se rende a Ele, mesmo após quedas graves. O importante é não justificar o aborto como "ok", mas reconhecer que, para quem sofre e erra, há sempre o caminho da redenção através de Bhakti.
Krsna transforma punições em "lições misericordiosas" (o devoto sofre reações residuais, mas o Senhor as usa para purificá-lo completamente, sem rancor).
Se houver arrependimento real (não fingido), não repetir, serviço devocional intenso (cantar Hare Krsna, etc.), Krsna pode anular tudo.
Yamaraja aplica justiça, mas Krsna é superior — Ele pode "cancelar" o veredito.
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LEI dos Homens
A Lei varia de país para país. Há países que criminalizam em todas as situações e em outros países não, basicamente em caso de estupro, risco de vida da mulher, má formação fetal e falta de condições financeiras. Nestas situações não é considerado crime.
A pessoa deve seguir a Lei do Homem no país que estiver a residir.
Arrependimento (espiritual ou não) não anula a punição legal se o acto for crime num determinado país.
A lei humana não perdoa só porque a pessoa "se arrependeu depois".
Já na Lei do Karma é diferente como já vimos. Se há o arrependimento sincero, o Karma é anulado.
Mas claro, vou me encontrar com o Hare Krsna Narendra Modi e o Judeu Netanyahu lá com Yamaraja porque defendemos que mulheres pobres, com dificuldades mentais e financeiras tinham que destruir suas vidas
Eu não posso ser considerado abortador. Eu sou CONTRA o aborto.
Com excepção dos casos citados. Estupro, má formação fetal, pobreza e risco de vida.
Não me parece. O BJP, Partido do Modi tinha maioria e podia ter alterado a lei do aborto. Ao contrário, eles até facilitaram mais.
O BJP de Narendra Modi detinha maioria parlamentar durante vários anos, mas não utilizou essa maioria para tornar a lei do aborto mais restritiva. Pelo contrário, as mudanças feitas sob seus governos foram no sentido de ampliar o acesso em alguns aspetos.
Em 2021, já com o BJP no poder, o Parlamento aprovou o MTP Amendment Act 2021, que expandiu algumas permissões:
Aumento do limite gestacional para 24 semanas em categorias específicas de mulheres.
Possibilidade de aborto por falha contraceptiva também para mulheres solteiras.
Redução da exigência de múltiplas opiniões médicas até 20 semanas.
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Eu sou esquerdopata 😂, mas o filme é fraquinho
Atenção. Não sou comunista nem nunca fui, Deus me livre. Sou Centro Esquerda. Embora o pessoal da Direita ponha tudo no mesmo saco, são coisas bem diferentes.
Obviamente Vaisnavas são contra o aborto. Nem poderia ser diferente.
Amanhã vou ser empossado como Presidente
da República em Portugal.
Vocês não sabiam? É verdade, amanhã vou tomar posse. E como devoto, preciso saber a resposta a estas perguntas para saber como lidar com a Legislação vigente.
Por favor, vocês podem me ajudar respondendo as perguntas? Muito obrigado. Hare Krsna !!!
Fica claro que o aborto é condenável quando um homem e uma mulher têm todas as condições, psicológicas e financeiras, mas por comodismo decidem fazer aborto. E estes casos são uma minoria.
Para mim está muito claro que só neste caso poderá ser crime.
Mas há situações que não deve ser considerado crime. E que são a maioria dos casos.
Então qual é a nossa posição?
Uma mulher que corre risco de vida por estar grávida e faz aborto, é crime?
Uma mulher cujo feto tem má formação e faz aborto, é crime?
Uma mulher que é estuprada (muitas vezes uma menina) e faz aborto, é crime?
Uma mulher e homem sem condições financeiras e psicológicas fazem um aborto, é crime?
A Legislação da Índia e Israel não consideram nenhum destes casos um crime.
Agradeço antecipadamente as respostas, visto que amanhã assumo minhas funções como Presidente da República de Portugal.
Muito obrigado.
em caso de estupro, tem que ter o filho?
em Israel não é assim
La vai o Prahladesa com IA 🤣
Em Israel, sim, mulheres (e, na prática, casais ou homens envolvidos não são diretamente "quem aborta", mas a lei foca na gestante) que não têm condições financeiras podem abortar, e o procedimento é amplamente acessível na lei atual (em 2026).
A lei israelense sobre aborto é de 1977 (Penal Law) e considera o aborto ilegal em princípio, mas permite-o com aprovação de um comitê de interrupção de gravidez (termination committee) em hospitais ou clínicas autorizadas.
Na prática, é um dos sistemas mais liberais do mundo: cerca de 98–99% dos pedidos são aprovados, especialmente no primeiro trimestre (onde ocorre a grande maioria dos casos).
Principais motivos de aprovação (razões legais para o aborto)
Os comitês aprovam com base em critérios como:
Idade da mulher (menor de 19 anos ou maior de 40 anos — antigamente 18/40, mas ampliado).
Gravidez resultante de crime (estupro, incesto, relações fora do casamento em alguns contextos).
Risco à saúde física ou mental da mulher.
Anomalias fetais graves.
Condições socioeconômicas difíceis (situação econômica ou social da mulher/família que torne a gravidez indesejada ou prejudicial).
Sim, dificuldades financeiras (pobreza, falta de condições para criar a criança, desemprego etc.) são consideradas uma razão válida para aprovação, especialmente se afetarem a saúde mental ou o bem-estar geral.
Muitos pedidos são aprovados exatamente por motivos socioeconômicos amplos, mesmo sem enquadrar nos outros critérios estritos.
Agora eu quero ver um judeu ser antissemita
portanto estes judeus estão todos em maya, é isso?
e na Índia a mesma coisa.
Em muitos países (incluindo o Brasil desde 1940, Argentina, Colômbia, Uruguai, Portugal em certos prazos ampliados, entre outros), a lei permite que uma mulher vítima de estupro realize o aborto de forma legal e segura, sem punição para ela ou para o médico.
As razões principais não se limitam apenas a "não conseguir ter o filho devido ao trauma", mas envolvem uma combinação de fatores éticos, jurídicos, de saúde física e mental:
Autonomia da mulher sobre o próprio corpo: a gravidez resulta de um ato de violência extrema, sem consentimento. Forçar a continuação seria visto como uma extensão da violação, impondo à vítima carregar algo imposto por um agressor (questão de dignidade e humanidade).
Saúde mental e trauma psicológico: o estupro já causa altíssimo risco de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), depressão grave, ansiedade, flashbacks, sentimento de culpa, vergonha, hipervigilância e até risco elevado de suicídio.
A gravidez indesejada pode reativar constantemente o trauma (o feto sendo visto como "lembrete vivo" da violência), agravando esses quadros.
Em vários países (ex.: Bolívia, Angola, Colômbia), a lei permite aborto explicitamente para preservar a saúde mental.
Saúde física e riscos: em adolescentes ou meninas (muito comum em estupros de vulneráveis), a gestação traz riscos maiores de complicações, e o trauma pode levar a comportamentos de risco (isolamento, uso de substâncias, tentativas de suicídio).
Saúde pública: abortos clandestinos em contextos de proibição levam a mortes e sequelas graves; permitir o legal reduz isso.
Não é só "não conseguir" (embora muitas realmente não consigam emocionalmente), mas também o reconhecimento de que obrigar a gestação seria desumano e potencialmente danoso.
Sobre a adoção: sim, é uma opção válida para quem decide levar a gravidez adiante (e há suporte legal para entrega voluntária em muitos lugares, inclusive no Brasil via ECA).
Mas nem toda mulher consegue ou quer passar por isso.
Razões comuns incluem:
Revivência diária do trauma durante 9 meses (o corpo mudando, o feto se mexendo, consultas médicas, parto — tudo pode disparar flashbacks e sofrimento intenso).
Medo, vergonha e isolamento: muitas não denunciam o estupro (por medo de retaliação, descrédito familiar, etc.), então carregar a barriga publicamente gera julgamento, estigma e abandono.
Impacto psicológico severo: estudos mostram que forçar a gestação em vítimas de estupro aumenta risco de depressão grave, TEPT crônico e ideação suicida.
Nem toda mulher tem suporte emocional/familiar para atravessar isso e depois entregar a criança.
Fatores práticos: falta de rede de apoio, problemas econômicos, ser adolescente/criança (muitas gestações por estupro ocorrem em meninas menores de 14 anos), ou simplesmente não se sentir capaz de passar pela gestação inteira.
Não é que quem defende "levar adiante e dar para adoção" seja necessariamente insensível — muitas vezes é por convicção ética/religiosa de que a vida do feto deve ser preservada independentemente das circunstâncias.
Mas sim, para uma parcela significativa de pessoas (incluindo psicólogos, médicos e organizações de direitos humanos), ignorar o sofrimento psicológico extremo da vítima e dizer "é só levar e dar" pode parecer uma falta de empatia com o trauma vivido pela mulher.
Porque não é "só" — é reviver o horror todos os dias durante meses.
Resumindo: não é toda mulher que consegue (nem emocionalmente, nem psicologicamente) levar uma gravidez fruto de estupro adiante. E as leis que permitem o aborto nesse caso reconhecem exatamente isso: o trauma não termina com o estupro; pode se prolongar de forma devastadora se a gestação for imposta.
Cada caso é único, e o ideal é que haja acolhimento, informação e escolha real (sem barreiras ou julgamentos) para a vítima decidir o que for melhor para sua saúde e vida.
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Esta IA não larga do meu pé. Acho que estou viciado 🤩
Não, não é verdade que a maioria das mulheres estupradas não fique afetada emocionalmente e possa simplesmente "ter o bebê" sem graves consequências psicológicas. A afirmação do seu amigo é incorreta e minimiza o impacto real do estupro.
Estudos científicos consistentes (meta-análises e pesquisas de longo prazo) mostram que o estupro é um dos traumas com maior risco de causar transtornos mentais graves, especialmente Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT/PTSD), depressão, ansiedade intensa, suicídio ideação e outros problemas.
Aqui vão os dados principais de fontes confiáveis (como meta-análises publicadas em revistas como Trauma, Violence & Abuse e Journal of Traumatic Stress):
Nos primeiros dias/semanas após o estupro: cerca de 75–94% das vítimas apresentam sintomas significativos de TEPT (incluindo flashbacks, pesadelos, hipervigilância, medo intenso etc.).
Após 1 mês (quando o TEPT pode ser diagnosticado formalmente): aproximadamente 75% ainda atendem critérios diagnósticos.
Após 3 meses: cerca de 50–55% continuam com TEPT.
Após 12 meses: em torno de 30–41% ainda cumprem critérios para TEPT (uma meta-análise de mais de 2.000 vítimas mostrou 41,5%).
Ou seja, mesmo depois de 1 ano, mais de 1 em cada 3 (e em alguns estudos quase metade) das mulheres ainda sofre com TEPT grave o suficiente para ser diagnosticado.
Isso sem contar depressão (frequentemente 30–60% das vítimas), ansiedade generalizada, transtornos de uso de substâncias, problemas de sono crônicos, baixa autoestima, vergonha intensa e risco elevado de suicídio (muitas vezes 3–4 vezes maior que na população geral).
Outros pontos importantes:
A recuperação natural acontece mais rápido nos primeiros 3 meses, mas depois desacelera — muitas mulheres carregam sequelas por anos ou décadas.
O estupro causa mais TEPT que a maioria dos outros traumas (acidentes, assaltos etc.), porque envolve violação da autonomia corporal, humilhação e medo de morte.
Nem toda vítima entra em "crise profunda de risco de vida imediato" (como tentativa de suicídio aguda), mas a maioria desenvolve sofrimento emocional significativo que compromete sanidade, relacionamentos, trabalho e qualidade de vida por longo tempo.
Portanto, dizer que "a maioria das mulheres estupradas não ficam em tal estado" é uma minimização perigosa. A realidade é o oposto: a maioria sim fica profundamente afetada, e uma parcela substancial (30–50% ou mais, dependendo do tempo) desenvolve transtornos mentais graves e duradouros.
Se o contexto for discussão sobre aborto em caso de estupro (como parece), o sofrimento psicológico é um dos motivos centrais pelos quais leis em muitos países (incluindo o Brasil em certas interpretações) permitem a interrupção da gravidez nesses casos — não só risco imediato de morte, mas para preservar a saúde mental da vítima.
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Ok. Não é crime pela lei dos homens e é pecado pela lei do karma.
Vai saber como Yamaraja vai julgar uma mulher pobre e afetada mentalmente por isso. Vai mandar ela pros quinto dos inferno?.......hmmmmm não me parece.
Eu acho aqui com meus botões que o grande Vaisnava Yamaraja vai actuar como Jesus Cristo de Nazaré com a mulher adúltera.
"Vai e não peca mais minha filha."
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Anticoncepcionais, preservativos (camisinhas), etc hããããããã
Sexo oral hãããããã
Sexo anal (homem com homem, homem com mulher) hãããããã
Mas isto tudo é pecaminoso segundo Srila Prabhupada. Aborto, camisinha, anticoncepcionais, masturbação, sexo oral, sexo anal, etc. Tudo pecaminoso.
Então como é que ficamos?
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O Skanda Purana explica:
"Aquele que descarrega sêmen na masturbação vai para o inferno chamado Reto-bhojana, onde tem que subsistir de sêmen. Depois vai para Vasakupa; um poço profundo e estreito de gordura onde tem sêmen como sua dieta. Então ele renasce como o homem mais desprezível."
O Bhagavata Purana (Bhagavatam) menciona um inferno especial (Lālābhakṣa) para aqueles adictos a sexo oral.
“Aquele que usa métodos anticoncepcionais e de aborto, pela vontade de Deus entrará em outra mãe, e a mãe o matará.”
(Śrīla Prabhupāda - 25 de março de 1976, Delhi)
"Anticoncepcionais significa matar o embrião. Então este também é outro pecado."
(Entrevista com Śrīla Prabhupāda - 30 de março de 1975, Mayapur)
"Portanto, anticoncepcionais significa que a emulsificação é perturbada. Não cria a situação adequada; portanto, a gravidez não acontece. Ou uma secreção imperfeita. O ponto principal é que as duas secreções criam uma situação em que a entidade viva vem e descansa. Então ela vai crescer. E se a situação não for favorável, a alma não pode ficar. Tem que ir para outro lugar. Então, por ordem de Kṛṣṇa, a alma deveria vir para se abrigar ali, mas este homem e esta mulher a detiveram com anticoncepcional, portanto, isto é pecaminoso."
(Śrīla Prabhupāda - 3 de julho de 1976)
"Anticoncepcionais ou o aborto são considerados equivalente ao homicídio."
(Śrīla Prabhupāda - Carta ao Papa Paulo VI - Montreal, 3 de agosto de 1968)
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<Se o coitado vive no pecado da vida sexual ilícita mas não faz mal a ninguém o problema é deles, não sou palmatória do mundo.>
<concordo e ainda dei vária soluções para se evitar o mal maior que é o aborto!>
Não é isso que Prabhupada diz. Prabhupada diz que anticoncepcionais, camisinhas, DIU, aborto etc, isto é tudo pecaminoso.
Sim, não somos a palmatória do mundo. Mas temos que simplesmente repetir o que Prabhupada disse.
Então como é que fica?
Anticoncepcionais, camisinhas, DIU, etc pode ou não pode?
Prabhupada diz que não pode.
Não sou eu que estou dizendo. Eu também não sou a palmatória do mundo.
É Srila Prabhupada que está dizendo.
Mas então, como é que fica? Mas então seguimos Srila Prabhupada ou não?
ei, ei. só para esclarecer. eu não sou homossexual
ahh então pecadozinho assim mais pequeno de Anticoncepcionais, camisinhas, DIU pode. Aborto que é um pecado maior não pode.
Não é isso que Srila Prabhupada diz.
Srila Prabhupada afirma que tudo isso é pecado e vão todos para o inferno.
Aquele que faz aborto se encontra no inferno com aquele que usa anticoncepcionais.
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Eu fico impressionado como é possível que devotos defendam e até aconselhem o uso de Anticoncepcionais, camisinhas, DIU, etc
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<Os devotos enganadores??? Os pedófilos das nossas instituições religiosas que tem em todas elas??? Se passam por homens de Deus mas abusam de crianças!!!!!!!!!!!!!!!! Os estupradores das igrejas e dos templos??? Os farsantes???>
No verso api cet suduracaro, no significado Srila Prabhupada diz que o acto pecaminoso de um devoto só é perdoado se for algo pontual, um deslize só uma vez.
Não uma coisa constante e repetida.
Portanto, todos estes citados acima, que pecam reiteradamente vão para os quinto dos inferno sim.
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portanto pecadozinho de grau inferior pode Anticoncepcionais, camisinhas, DIU, etc
Sim senhor. Jaya Srila Prabhupada
pois é, quem usa anticoncepcionais fica no inferno por um tempo e quem faz aborto fica um pouco mais. Não é fácil.
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Resumindo e concluindo, nós como seguidores de Srila Prabhupada devemos ter bem claro que somos CONTRA o aborto e CONTRA os anticoncepcionais, preservativos (camisinha), DIU, vasectomia, ligadura, etc.
Srila Prabhupada não coloca a todos estes métodos em categorias diferentes de "mais pecaminoso" e "menos pecaminoso". Srila Prabhupada considera ambos na mesma categoria.
O aborto porque tira uma vida e os anticoncepcionais porque impedem uma vida. São iguais segundo Srila Prabhupada.
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“Aquele que usa métodos anticoncepcionais e de aborto, pela vontade de Deus entrará em outra mãe, e a mãe o matará.”
(Śrīla Prabhupāda - 25 de março de 1976, Delhi)
"Anticoncepcionais significa matar o embrião. Então este também é outro pecado."
(Entrevista com Śrīla Prabhupāda - 30 de março de 1975, Mayapur)
"Portanto, anticoncepcionais significa que a emulsificação é perturbada. Não cria a situação adequada; portanto, a gravidez não acontece. Ou uma secreção imperfeita. O ponto principal é que as duas secreções criam uma situação em que a entidade viva vem e descansa. Então ela vai crescer. E se a situação não for favorável, a alma não pode ficar. Tem que ir para outro lugar. Então, por ordem de Kṛṣṇa, a alma deveria vir para se abrigar ali, mas este homem e esta mulher a detiveram com anticoncepcional, portanto, isto é pecaminoso."
(Śrīla Prabhupāda - 3 de julho de 1976)
"Anticoncepcionais ou o aborto são considerados equivalente ao homicídio."
(Śrīla Prabhupāda - Carta ao Papa Paulo VI - Montreal, 3 de agosto de 1968)
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A única forma de não acumular Karma negativo em relação a actividade sexual, quando homem e mulher são jovens e férteis, é fazê-la só para procriar ou então celibato (também pode ser nos períodos que a mulher não está fértil, porém sem métodos artificiais de pílula, DIU, camisinha, etc). Tudo o resto é sexo ilícito. Luxúria.
E isso traz consequências que levam ao aborto que tira uma vida ou a anticoncepcionais que impedem uma vida.
Srila Prabhupada equipara os dois.
Não é molezinha não
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Nota final
Se em algum momento de nossas vidas de casados, em idade fértil, nós utilizamos algum método anticoncepcional é como se tivéssemos feito um aborto, porque impedimos uma vida de surgir.
Srila Prabhupada é muito claro. Ele equipara aborto e anticoncepcionais.
Todas as glórias sejam para Sua Divina Graça Srila AC Bhaktivedanta Svami Prabhupada !!!
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Você está contaminado com a ciência materialista.
Eu prefiro ficar com a posição de Srila Prabhupada. O Jiva entra no embrião fecundado, mas é transportado antes pelo sêmen.
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"Madhudviṣa: Śrīla Prabhupāda, existe um jīva, uma alma espiritual em cada espermatozóide, ou isso? A alma espiritual só vem para um espermatozóide específico, ou existe uma em cada espermatozóide, e se a condição não for adequada, morre antes de, quero dizer, antes de formar um corpo?
Prabhupāda: Sim. O espermatozóide, geralmente, contém uma alma espiritual. Mas, por vezes, impomos restrições. O método contracetivo, por exemplo, impõe restrições. Assim como quando se contamina o leite, este perde a sua força. Da mesma forma, existem outras circunstâncias que impedem o espermatozóide de injectar a alma."
Caminhada matinal -- Abril 2, 1975, Mayapur
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"Anticoncepcionais significa matar o embrião. Então este também é outro pecado."
(Entrevista com Śrīla Prabhupāda - 30 de março de 1975, Mayapur)
"Anticoncepcionais ou o aborto são considerados equivalente ao homicídio."
(Śrīla Prabhupāda - Carta ao Papa Paulo VI - Montreal, 3 de agosto de 1968)
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Em relação a homossexualidade que foi citado aqui.
Todos os casamentos arranjados entre Prabhus gays e Matajis heterossexuais, e vice-versa, falharam.
Todos fracassaram.
Esta é uma das soluções absurdas que os devotos oferecem. Se o devoto for gay, casa com uma devota heterossexual. Tá certo …
Todos fracassaram.
Claro, como é que isso poderia funcionar? Tanto o heterossexual como o gay ficarão infelizes e insatisfeitos.
O melhor a fazer é abençoar os casamentos entre devotos gays e seguir gradualmente a ordem natural do Vanasrama.
Primeiro, o Brahmacari, depois vida familiar (heterossexual ou gay), depois, gradualmente, renunciar à vida familiar com Vanaprastha e, no final da vida, renunciar completamente à vida familiar e os conceitos de homossexualidade e heterossexualidade.
Tanto os casais de devotos heterossexuais como os gays devem seguir esta ordem do Vanasrama. E por fazer isso, tanto devotos heterossexuais como homossexuais não nascem novamente. Eles não vão para o INFERNO coisa nenhuma.
Ora, tentar forçar devotos heterossexuais a casar com devotos gays não vai resultar.
Nunca aconteceu.
Quanto aos não devotos, não interessa. Tanto os heterossexuais como os homossexuais estão apegados ao prazer sensorial e terão de renascer neste mundo material.
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LEIAM ISTO TUDO COM MUITA ATENÇÃO e parem de incentivar barbaridades abortivas
A igreja católica considera abortiva a pilula
Sim, de acordo com o ensinamento da Igreja Católica (Humanae Vitae, Catecismo, documentos da USCCB e análises teológicas/médicas católicas), vários métodos contraceptivos artificiais têm um mecanismo secundário (ou pós-fecundação) que pode impedir a implantação (nidação) do embrião já formado no endométrio uterino.
A Igreja considera a vida humana iniciada na fecundação, por isso classifica isso como abortivo precoce.
Principais métodos com potencial abortivo:
1. DIU (Dispositivo Intrauterino) – tanto de cobre quanto hormonal (ex.: Mirena, Kyleena, com levonorgestrel)
- Mecanismo principal: inflamação hostil no útero, afeta espermatozoides/óvulo/transporte.
- Efeito pós-fecundação: impede ou dificulta fortemente a implantação (inflamação no DIU de cobre; atrofia endometrial no hormonal).
- Visão católica: considerado essencialmente abortivo em muitos casos, pois frequentemente age contra a nidação.
2. Pílula anticoncepcional combinada (estrogênio + progestagênio) e minipílula (só progestagênio)
- Mecanismo principal: inibe ovulação, espessa muco cervical.
- Efeito pós-fecundação: altera o endométrio (torna-o mais fino e menos receptivo), podendo impedir a implantação se houver escape ovulatório e fecundação.
- Visão católica: tem efeito abortivo precoce possível (secundário), especialmente em doses baixas de estrogênio (mais comuns hoje).
3. Contracepção de emergência (pílula do dia seguinte)
- Levonorgestrel (ex.: Postinor, Plan B, NorLevo – 1,5 mg dose única): retarda/inibe ovulação; possível efeito menor na implantação.
- Ulipristal acetato (ex.: EllaOne): modulador de progesterona; retarda ovulação e tem maior potencial de interferir na implantação (ação no endométrio).
- Visão católica: considerada com potencial abortivo se usada após a ovulação/fecundação; muitos bispos e teólogos a classificam como abortiva em certos cenários.
Observações:
- A contracepção em si já é condenada por separar a união do aspecto procriativo, mas o risco de aborto precoce agrava o problema moral.
- A medicina secular (OMS, FDA, etc.) define gravidez a partir da implantação, por isso não chama isso de “aborto”. A Igreja define vida desde a fecundação.
- Métodos sem esse efeito: preservativo, diafragma, espermicidas (só bloqueiam a fecundação, sem alterar o endométrio).
Fontes católicas de referência: Humanae Vitae (n. 14), Catecismo da Igreja Católica (n. 2370), “Another Look at Contraception” (USCCB), publicações de médicos católicos pró-vida (ex. Dr. Walt Larimore, estudos sobre mecanismos de ação).
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Vamos organizar isto com muito rigor, Prahladesa, porque estás a tocar em biologia, teologia católica e ética védica.
📌 1. O que a Igreja Católica realmente ensina
A Igreja Católica considera que a vida humana começa na fecundação.
Por isso, qualquer ação que impeça a implantação de um embrião já fecundado é moralmente classificada como abortiva, mesmo que a medicina não use essa palavra.
As fontes católicas que afirmam isto incluem:
Humanae Vitae (Paulo VI, 1968) — condena qualquer contraceção artificial.
Documentos de bioética católica que alertam para o potencial de alguns anticoncetivos impedirem a nidação.
A Igreja não distingue “contraceção” de “interrupção pós‑fecundação” da mesma forma que a medicina moderna.
Para a Igreja:
Fecundação = início da vida humana.
Impedir a implantação = impedir o desenvolvimento de um ser humano já existente.
📌 2. O que a medicina moderna ensina
A medicina define:
Fecundação → união do óvulo com o espermatozoide.
Gravidez → só começa na implantação do embrião no útero.
Por isso, para a medicina:
Impedir a implantação não é aborto, porque a gravidez ainda não começou.
A maioria dos anticoncetivos atua antes da fecundação, não depois.
📌 3. O que a Igreja Católica diz sobre métodos específicos
Com base nas fontes católicas que consultaste e nas que encontrei:
DIU (cobre ou hormonal)
A Igreja considera abortivo, porque frequentemente impede a implantação.
Pílula anticoncecional (combinada ou minipílula)
A Igreja considera que pode ter efeito abortivo secundário, porque:
inibe ovulação (principal)
altera muco cervical
pode tornar o endométrio menos receptivo, o que poderia impedir a implantação se houver fecundação
Pílula do dia seguinte
A Igreja considera potencialmente abortiva, especialmente o ulipristal (EllaOne), por possível ação endometrial.
📌 4. Onde isto se cruza com a visão védica
Tu disseste que és seguidor dos Vedas.
Na visão védica:
A alma (jīva) encarna no momento da conceção (fecundação) ou logo após.
Portanto, impedir a implantação pode ser visto como interromper o desenvolvimento de um ser já encarnado.
Curiosamente, isto aproxima a visão védica da visão católica — ambas consideram a fecundação como o início da vida individual.
📌 5. Síntese clara
Medicina: pílula não é abortiva.
Igreja Católica e Vedas: pílula pode ter efeito abortivo secundário
DIU A Igreja considera abortivo, porque frequentemente impede a implantação. Ou seja ocorreu a fecundação, mas depois o DIU impede a implantação certo?
Sim — na perspetiva da Igreja Católica, a tua frase está correta:
se a fecundação ocorrer, o DIU pode impedir a implantação, e é exatamente por isso que a Igreja o classifica como tendo efeito abortivo precoce.
Mas para ficar totalmente claro e rigoroso, vale separar os três níveis: biológico, médico e moral católico.
🧬 Como funciona biologicamente o DIU
O DIU (de cobre ou hormonal) atua de várias formas ao mesmo tempo:
Dificulta a fecundação (principal mecanismo reconhecido pela medicina).
Altera o ambiente uterino (inflamação no DIU de cobre; endométrio fino no hormonal).
Pode impedir a implantação se um embrião fecundado chegar ao útero.
Ou seja, é possível que a fecundação ocorra, mas o embrião não consiga implantar-se devido ao ambiente uterino alterado.
Como a medicina interpreta isto
A medicina moderna define:
Gravidez = implantação
Antes da implantação não existe gravidez
Por isso, para a medicina:
O DIU não é abortivo, mesmo que impeça a implantação.
Ele é classificado como contraceção intrauterina, não como aborto.
✝️ Como a Igreja Católica interpreta isto
A Igreja define:
Vida humana = começa na fecundação
Embrião = pessoa humana desde o momento da conceção
Logo:
Se o DIU impede a implantação de um embrião já fecundado, isso é visto como interrupção do desenvolvimento de uma vida humana já existente.
Portanto, é classificado como abortivo precoce.
A Igreja não discute se isso é raro ou frequente — basta a possibilidade moralmente relevante.
📌 Síntese direta
Sim.
Na visão católica:
Pode haver fecundação.
O DIU pode impedir a implantação.
Isso é considerado abortivo.
Na visão médica:
Pode haver fecundação.
O DIU pode impedir a implantação.
Isso não é considerado aborto, porque a gravidez ainda não começou.
🕉️ E na visão védica (que disseste seguir)?
A visão védica tradicional (Bhāgavata Purāṇa, Garbha Upaniṣad) afirma que:
A alma (jīva) entra no corpo no momento da conceção ou logo após.
Portanto, impedir a implantação pode ser visto como interromper o desenvolvimento de um ser já encarnado.
Curiosamente, isto aproxima a visão védica da visão católica — ambas consideram a fecundação como o início da vida individual.
Ou seja, mesmo com a pilula pode haver a fecundação? Esta lá a possibilidade?
Sim, mesmo com a pílula anticoncecional existe a possibilidade de ocorrer fecundação e é exatamente por isso que surge a discussão sobre “efeito pós‑fecundação”.
A medicina diz que este efeito não é forte o suficiente para impedir a implantação de forma consistente.
A Igreja Católica diz que a possibilidade moral existe, e isso basta para classificar como potencialmente abortivo.
📌 Como cada sistema interpreta este cenário
Medicina moderna
A pílula não é considerada abortiva.
A alteração do endométrio é vista como secundária e insuficiente para impedir a implantação.
Se a implantação ocorrer, a gravidez segue normalmente.
Igreja Católica
A vida começa na fecundação.
Se a pílula torna o endométrio menos receptivo, pode impedir a implantação de um embrião já existente.
Portanto, considera que existe potencial abortivo precoce.
Visão védica (que disseste seguir)
A alma (jīva) encarna no momento da conceção.
Se a fecundação ocorreu, já existe um ser vivo.
Impedir a implantação pode ser visto como interromper o desenvolvimento desse ser.
📌 Síntese clara
Sim, pode haver fecundação mesmo com a pílula.
Sim, o endométrio pode estar menos receptivo.
Sim, existe a possibilidade teórica de impedir a implantação.
A medicina considera isso irrelevante; a Igreja Católica e a visão védica consideram moralmente relevante.
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Ai, ai, ai, ai
Tanta hipocrisia
Eu não vejo os Hare com 10, 15 filhos. 2 ou 3 no máximo. Fazem sexo só para procriar kkkkkkkkkkkkkk
Batem no peito e gritam: o aborto é pecado, mas usam camisinha, anticoncepcionais, sexo oral, anal e masturbam-se kkkkkkkkkkkkkkkk
Estes Hare são do melhor
1 - As razões muito fortes para um aborto já foram apresentadas. Estupro, pobreza, risco de vida, má formação fetal.
2 - Srila Prabhupada diz que tudo isso é pecaminoso: Pílula, preservativo, DIU.
3 - Sim, é verdade. Este negócio de aborto com quase 9 meses é horroroso, demoniaco.
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Vamos dar o exemplo da Igreja Católica.
Porquê?
Porque a Igreja Católica junto com o Budismo Theravada são as religiões mais estritas em relação ao tema do aborto.
Tanto uma como a outra são irredutíveis. Em nenhum caso o aborto é permitido.
Risco de vida da mulher, malformação fetal, estupro, falta de condições financeiras e emocionais. Mesmo nestes casos a Igreja Católica e Budismo Theravada não permitem o aborto.
Consequência. 90% a 95% do Católicos não seguem esta linha.
Vale lembrar que se um católico fizer um aborto recebe excomunhão automática sem precisar de julgamento.
Para terminar a excomunhão, o católico terá de se arrepender e confessar com um padre que o absolverá.
Pesquisas de opinião corroboram que em torno de 90% dos católicos não seguem e não concordam com esta diretiva da Igreja Católica sobre o tema do aborto.
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Outras Religiões como o Islamismo, Judaísmo, Hinduísmo (algumas vertentes), aceitam o aborto em alguns casos como risco de vida da mulher, malformação fetal, estupro. Mas não por falta de condições financeiras e emocionais.
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A minha posição pessoal, enquanto Vaisnava Gaudiya.
O aborto é errado. Significa tirar uma vida (se for feito o aborto) ou significa destruir uma vida (a vida da mãe que não tem a mínima condição de ter um filho). É um dilema.
Este dilema seria facilmente evitado se não houvesse sexo ilícito.
No entanto, esperar que as pessoas façam sexo só para reproduzir é uma utopia absurda. Não foi, não é e nem nunca será viável.
A minha posição pessoal é:
Se um homem e mulher têm todas as condições emocionais e finceiras de ter um filho e por comodismo resolvem fazer um aborto, isto é erradíssimo e gera mau Karma.
Estes casos representam um total de 1% de todos os casos de aborto. Estes casos minoritários devem ser punidos por Lei.
Todos os demais casos: risco de vida da mulher, malformação fetal, estupro, falta de condições financeiras e emocionais, não considero errado.
Estes casos representam um total de 99% de todos os casos de aborto.
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Srila Prabhupada explica que mesmo em casos de estupro, risco de vida da mãe, má formação fetal e falta de condições financeiras e psicológicas, a gravidez deve ser levada avante. Mas Srila Prabhupada também afirma que se um médico confirma que não é possível nestes casos, isto deve ser respeitado, embora seja trágico.
E é exatamente isso que é feito nos países onde o Aborto é permitido. Uma análise caso a caso por uma equipe de médicos e especialistas.