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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Política e Homossexualidade Revisitadas !!!

Sim, há vários casos históricos documentados de extremistas de direita ou de extrema-direita que assassinaram políticos de esquerda ou progressistas (considerando visões pró-imigração ou antifascistas como alinhadas à esquerda no contexto). 

Esses incidentes ocorreram em diferentes países e épocas, frequentemente motivados por ideologias racistas, nacionalistas ou anti-comunistas.

Abaixo, listo alguns exemplos notáveis baseados em dados históricos e relatórios confiáveis. Note que a maioria dos casos recentes é nos EUA, mas há exemplos globais. Eu me concentro em fatos verificados, sem promover violência.

Exemplos nos Estados Unidos

Melissa Hortman (2025): Deputada estadual democrata (esquerda) de Minnesota e seu marido foram assassinados em junho de 2025 por Vance Boelter, um extremista de direita com uma "lista de alvos" de 45 oficiais democratas. Boelter foi indiciado por assassinato motivado politicamente. Isso é considerado um raro caso recente de violência de extrema-direita contra políticos de esquerda nos EUA.

Viola Liuzzo (1965): Ativista de direitos civis (progressista/esquerda) assassinada por membros da Ku Klux Klan (extrema-direita racista) durante as marchas pelos direitos dos negros em Selma, Alabama. Embora não fosse uma política eleita, era uma figura política proeminente na luta por igualdade.

Exemplos na Europa

Jo Cox (2016): Deputada trabalhista (esquerda) do Reino Unido assassinada por Thomas Mair, um neonazista de extrema-direita, durante a campanha do Brexit. Mair gritou "Britain first" (um slogan nacionalista) ao atacá-la, motivado por ódio à sua posição pró-imigração e antifascista.

Walter Lübcke (2019): Político da União Democrata-Cristã (centro-direita, mas visto como progressista por suas políticas pró-refugiados) na Alemanha, assassinado por Stephan Ernst, um neonazista de extrema-direita. Ernst foi condenado à prisão perpétua por motivações xenofóbicas.

Heikki Ritavuori (1922): Ministro do Interior finlandês (progressista) assassinado por um extremista de direita por ser considerado "leniente demais com comunistas" durante a Guerra Civil Finlandesa.

Outros Exemplos Globais

Marielle Franco (2018): Vereadora de esquerda no Rio de Janeiro, Brasil, assassinada por milicianos com ligações à extrema-direita (incluindo bolsonaristas). Franco era ativista pelos direitos humanos, contra a violência policial e pró-LGBTQ+. As investigações apontam para motivações políticas ligadas a grupos paramilitares de direita. (Embora não diretamente de um "extremista isolado", os executores tinham conexões ideológicas de extrema-direita.)

Giacomo Matteotti (1924): Deputado socialista (esquerda) italiano assassinado por fascistas (extrema-direita) liderados por Benito Mussolini, por denunciar fraudes eleitorais e corrupção do regime fascista.

Esses casos mostram que, embora a violência política de extrema-direita seja mais comum em ataques em massa (como tiroteios em igrejas ou sinagogas), assassinatos direcionados a políticos de esquerda ocorrem esporadicamente. 

Estudos indicam que, globalmente, a extrema-direita é responsável por mais mortes por terrorismo doméstico do que a esquerda em muitos países ocidentais nos últimos 20-30 anos, mas há um aumento recente em incidentes de esquerda nos EUA.

A Extrema esquerda e Extrema direita, ambas são violentas e matam.

Casos recentes.

Melissa Hortman, Deputada Republicana foi morta por um extremista de direita em 2025.

Recente.

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Na imagem alguns itens repetem-se. Mas está tudo lá.

Os itens da imagem acima são conquistas da Direita ou da Esquerda?

Resposta: São conquistas da Esquerda Mundial.

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Quem é que vota na Direita?

Resposta: Os ricos. Ou então os pobres e classe média sem muita inteligência.

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Os Governos de Esquerda são perfeitos?

Resposta: Claro que não. Mas é sempre a melhor opção. Sempre. Sempre. Sempre.

Eu sou um velho. Eu tenho experiência. Acreditem.

Sempre. Sempre. Sempre na Esquerda.

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Ai, ai, ai, ai, ai. Cuba, Venezuela, Coreia do Norte são Extrema Esquerda.

Eu sei que escrever em maiúsculas quer dizer que está a gritar. Eu vou escrever em maiúsculas não é porque estou a gritar. 

É só para salientar a palavra.

EXTREMA Esquerda não tem nada que ver com CENTRO Esquerda.

O Partido Socialista (PS) não tem nada que ver com o PCP e Bloco de Esquerda.

Eu nunca fui Comunista nem sou a favor de Marx, Lenin, Stalin, Trotsky, etc.

Outra vez, EXTREMA Esquerda não tem nada que ver com CENTRO Esquerda.

É claro que os Governos de CENTRO Esquerda são melhores que os de CENTRO Direita e EXTREMA Direita.

CENTRO Direita e EXTREMA Direita são a destruição total dos direitos trabalhistas.

Exemplos clássicos: Margaret Tatcher, Regan, Pinochet e na atualidade Milei e Orban.

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Centro‑esquerda e Extrema‑esquerda são coisas bem diferentes. E essa confusão é muito comum de ser feita, especialmente em ambientes onde o debate político é raso ou polarizado.

Quando as pessoas não têm repertório, acabam jogando todo mundo no mesmo saco.

Diferenças básicas entre centro‑esquerda e extrema‑esquerda

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Centro‑esquerda

Defende economia de mercado com regulação e políticas sociais.

Valoriza instituições democráticas, pluralismo e reformas graduais.

Aceita a propriedade privada e o capitalismo, mas busca reduzir desigualdades.

Exemplos de pautas: estado de bem‑estar, direitos trabalhistas, políticas redistributivas moderadas.

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Extrema‑esquerda

Propõe transformações estruturais profundas, às vezes revolucionárias.

Pode defender modelos anticapitalistas ou socialistas radicais.

Costuma se basear em teorias como marxismo, leninismo, etc.

Enxerga o capitalismo como algo a ser superado, não reformado.

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Ou seja: ser de CENTRO‑esquerda não tem nada a ver com ser comunista. E discordar de Marx já nos coloca bem longe da extrema‑esquerda.

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Por que tanta gente mistura tudo

Polarização: quando o debate vira “nós vs. eles”, qualquer nuance desaparece.

Desinformação: termos como “comunista” viram insulto genérico, não conceito.

Baixo letramento político: muita gente nunca estudou o básico de espectro político.

Memes e redes sociais: simplificam tudo ao extremo.

É quase como chamar todo mundo que gosta de futebol de “jogador profissional”. Não faz sentido, mas acontece.

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RICOS votam na Direita

Eleitores de renda mais alta tendem, em média, a preferir partidos de direita ou centro‑direita.

Isso porque esses grupos geralmente valorizam políticas de menor taxação, menos intervenção estatal e maior liberdade econômica.

Eleitores de renda mais baixa tendem a votar mais na esquerda ou centro‑esquerda.

Esses grupos costumam priorizar políticas sociais, redistribuição de renda e proteção trabalhista.

Mas isso é uma tendência estatística, não uma regra universal. Há pessoas ricas que votam na esquerda e pessoas pobres que votam na direita — e isso varia muito conforme país, cultura, história e momento político.

Mas de um modo geral é assim.

Exemplo clássico: os Estados do Nordeste Brasileiro que são os mais pobres votam em massa no PT de Lula.

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AGAIN. Sempre. Sempre. Sempre votar na CENTRO Esquerda.

Sem qualquer sobra de dúvida.

É a que mais se aproxima do ideal de Varnasrama Dharma.

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Aqui não tem ninguém perdido.

Realmente leste todos meus comentários? Se calhar sois vós que precisais de GPS. 

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Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Alemanha (várias vezes governada pela esquerda), Canadá, Nova Zelândia.

Todos estes países alternam entre Centro Esquerda e Centro Direita.

Em todos estes países RICOS, a Centro Esquerda fica décadas no poder.

Noruega, país RICO, atualmente de Centro Esquerda e vários outros.

Nos últimos 100 anos a Centro Esquerda foi governo:

Suécia 73 anos de Centro Esquerda
Noruega 62 anos de Centro Esquerda
Dinamarca 55 anos de Centro Esquerda
Finlândia 50 anos de Centro Esquerda
Islândia 31 anos de Centro Esquerda
Alemanha 24 anos de Centro Esquerda
Nova Zelândia 41 anos de Centro Esquerda
Canadá 73 anos de Centro Esquerda

A redução da pobreza global não foi causada por governos de direita no Ocidente, mas pela industrialização de países como China e Índia, que nem sequer seguem modelos liberais ocidentais.

Usar países ricos como prova de que a direita funciona mas ignorar que muitos países ricos são governados pela esquerda ou centro‑esquerda não é adequado.

Exemplos:

Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Alemanha (vários períodos), Nova Zelândia, Canadá (vários períodos), Austrália (alternância), Holanda (alternância)

Todos têm:

impostos altos, Estado social forte, sindicatos fortes, políticas redistributivas

E são dos países mais ricos e estáveis do mundo.

Se queres usar exemplos internacionais, tens de incluir também os países ricos governados pela esquerda ou centro‑esquerda. Caso contrário, estás a escolher só os casos que confirmam a tua tese.

Os países do Golfo não são exemplos de políticas de direita; são monarquias petrolíferas autoritárias com modelos económicos impossíveis de replicar em Portugal ou na Europa.

Não é preciso dizer que a direita ‘quer’ desigualdade. Basta reconhecer que certas políticas podem aumentá-la, tal como certas políticas de esquerda podem reduzir crescimento. Não é moral, é técnico.

A direita como “criadora da democracia” é historicamente incorreto

A democracia moderna resulta de:
liberalismo clássico, movimentos republicanos, movimentos trabalhistas, movimentos sociais, lutas por direitos civis, sindicalismo,sufrágio universal

A direita conservadora, historicamente, opôs-se a muitas destas mudanças.

A democracia moderna não foi criada pela direita. Foi construída por movimentos liberais, republicanos, trabalhistas e sociais ao longo de séculos.

Se a direita fosse sempre sinónimo de prosperidade:

Brasil (anos 90–2000), Reino Unido pós‑Brexit, EUA com desigualdade crescente, Itália em vários períodos, Hungria, Polónia, Argentina em ciclos liberais … não teriam os problemas que têm.

Se a esquerda fosse sempre sinónimo de falhanço:

Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Alemanha social-democrata, Canadá, Nova Zelândia … não seriam países ricos e estáveis.

Resumindo e concluindo:

Li o teu texto e percebi a lógica: quando um país rico funciona, é porque é ‘direita’; quando não funciona, afinal já não conta. E quando faltam exemplos, resolvemos o problema juntando democracias liberais, regimes autoritários e monarquias petrolíferas como se fossem tudo variações da mesma ideologia. É uma abordagem criativa, admito.

Mas comparar Suíça, EUA, Singapura e Qatar como se fossem modelos equivalentes é como dizer que um chef Michelin, um vendedor de kebab e um astronauta têm ‘a mesma profissão’ porque todos usam mãos.

A redução da pobreza global também não foi obra da direita ocidental — foi sobretudo China e Índia, que curiosamente não seguem o manual liberal que descreves.

E já agora, se vamos falar de países ricos, convém não esquecer Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Alemanha ou Canadá. Esses não encaixam na narrativa, claro, mas continuam teimosamente prósperos.

No fim, a tua tese falha porque tenta transformar um debate técnico em moral: ‘a direita cria riqueza, a esquerda destrói’.

A realidade é menos épica: há políticas boas e políticas más em ambos os lados, e há países bem governados e mal governados em todas as cores. O resto é seleção criativa de exemplos.

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Estás a mudar de pergunta a meio do caminho. Não estávamos a discutir quem inventou mais coisas, estávamos a discutir modelos de sociedade, desigualdade e qualidade de vida. Uma coisa são invenções, outra coisa são instituições.

Sim, os EUA deram ao mundo coisas incríveis. Também deram guerras, golpes, crises financeiras globais e níveis de desigualdade que nenhum país nórdico inveja. A Suécia, a Dinamarca ou o Canadá podem não ter inventado o avião, mas têm algo que os EUA não têm: menos pobreza relativa, menos violência, mais coesão social, melhor mobilidade social para quem nasce pobre e sistemas públicos que funcionam.

Direitos humanos não foram ‘inventados pelos EUA’ — vêm de uma tradição longa que passa pelo Iluminismo europeu, revolução francesa, lutas trabalhistas, sufrágio universal, movimentos sociais em vários países. Reduzir isso a ‘EUA vs resto’ é história em modo Marvel.

E comparar ‘quem trouxe mais ao mundo’ como se isso resolvesse o debate político é um truque retórico: a China também tirou centenas de milhões da pobreza e ninguém no seu perfeito juízo quer viver sob o regime chinês. Ou seja: contribuição tecnológica ou económica ≠ modelo político desejável.

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O Fanatismo é sempre mau. Em todos os setores. No desporto, na religião e como não deveria deixar de ser … na política.
Fanáticos de direita, fanáticos de esquerda. Isto na prática não funciona.

O que funciona na prática e é o que a maioria dos países adopta é uma mistura de políticas de direita e esquerda. Por isso que é chamada de CENTRO. Às vezes CENTRO direita e às vezes CENTRO esquerda.

A experiência mostra que esta é a melhor forma de governar um país.

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Deixo aqui mais uma aula de borla, gratuita.

De acordo com Srila Prabhupada, Sannyasis podem e devem participar aconselhando acerca de Política.

No entanto, seu aconselhamento deve ser baseado no ideal Vaisnava de Varnasrama.

E assim temos:

A extrema esquerda é má.
A extrema direita é má.
A centro direita é menos má.
A centro esquerda é óptima.
O ideal Vaisnava de Varnasrama é de centro. Isto não é opinião.
É facto. Com isto bem claro e estudado, acaba toda a polarização e divisão.

Para os Sudras, os trabalhadores, tem Socialismo, no sentido de que recebem tudo do Estado e vivem bem; para os Vaisyas, classe mercantil e agrícola, tem Capitalismo; para os Ksatriyas, guerreiros e administradores, tem Monarquia; e para os Brahmanas, membros intelectuais e classe sacerdotal, tem Anarquia.

Isto é Varnasrama e isto é centro político.

No plano econômico, o centro claramente enfatiza a justiça, a igualdade, a complementaridade entre a distribuição de renda e a acumulação privada de capital.

Isto é centro. E isto é Varnasrama.

Capitalismo de livre mercado com economia sustentável, para que empresários (Vaisyas) competentes e honestos protejam a Natureza e possibilitem prosperidade para todos.

Socialismo, para que seja suprida todas as necessidades e interesses básicos de todos (Sudras), possibilitando-lhes assim uma vida digna e decente.

Assim, claramente, no plano econômico, Varnasrama é centro.

Sim, uma das características do Sistema Varnasrama é que integra, ao mesmo tempo, posições antagônicas. No plano dos costumes seria mais conservador.

Mas ATENÇÃO, conservador nos costumes não quer dizer ULTRACONSERVADOR.

HÁ MUITO ESPAÇO no Varnasrama para promover políticas contra o racismo, xenofobia, discriminação baseada na orientação sexual, políticas de promoção da igualdade de gênero, descriminalização do aborto e maconha, etc. E AO MESMO TEMPO não se desviar dos princípios Védicos.

Este é exatamente o ponto. Não podemos ver o Sistema Varnasrama e dizer que é só de direita ou só de esquerda.

No Varnasrama existe Socialismo, Capitalismo, Monarquia, Anarquia, Direita, Esquerda, etc ... tudo junto.

O Sistema Varnasrama abarca todas estas variáveis porque paradoxalmente harmoniza todas elas.

E portanto, um Vaisnava deverá aconselhar acerca de Política mostrando que todas estas variáveis e formas de governo tem algo a contribuir na dinâmica social.

Sim, todos os sistemas político sócio econômicos na teoria são muito bonitos.
Depois na prática, ocorrem muitas variáveis.

A sociedade é como um organismo vivo em constante mutação. Como consequência, as formas de governo seguem e adaptam-se a esta mutação.

E assim, vamos encontrar conservadores cristãos (de direita) que seguem pautas socialistas na economia e vamos encontrar socialistas que seguem pautas conservadoras nos costumes. Nenhum problema. Isto é exatamente o Varnasrama.

O problema começa quando Vaisnavas, especialmente líderes, enfatizam somente uma forma de governo como sendo adequada. Então começa toda a polarização e ofensa.

É claro que se um empresário é bem sucedido, por mérito próprio, e ganha muito bem, isto não quer dizer que seus funcionários devam ganhar salários de fome.

SRILA PRABHUPADA até cita um empresário indiano que faturava 3 milhões de rupias e só pagava 30 mil rupias a um funcionário.

Quando se fala em distribuição equitativa de renda, não é que todos terão a mesma renda. Não. Uns terão mais e outros menos. MAS os salários SERÃO justos e suficientes.

O que é o socialismo? É o irmão-gêmeo do capitalismo, nasceram juntos, na revolução industrial.

É indescritível o que era a indústria no começo.

Os operários ingleses dormiam debaixo da máquina e eram acordados de madrugada com o chicote do contramestre. Isto era a indústria.

Aí começou a aparecer o socialismo.

Socialismo são todas as tendências que dizem que o homem tem que caminhar para a igualdade e ele é o criador de riquezas e não pode ser explorado.

Socialismo democrático, solidarismo, cristianismo social, cooperativismo... todas estas tendências.

Todos estes começaram a lutar para o operário não ser mais chicoteado, depois para não trabalhar mais que doze horas, depois para não trabalhar mais que dez, oito; para a mulher grávida não ter que trabalhar, para os trabalhadores terem férias, para ter escola para as crianças, para as mulheres poderem votar.

Coisas que hoje são banais.

Hoje é normal o operário trabalhar oito horas, ter férias... TUDO ISTO É CONQUISTA do socialismo. Da esquerda.

É muito engraçado. O sujeito ataca a esquerda, mas esquece que todos os direitos trabalhistas DE QUE ELE DISPÕE são conquistas da esquerda.

Pelo amor da santa poeira de VRNDAVANA !!!

Um rei Ksatriya não permitirá que ninguém passe por dificuldades. O salário dos Sudras (trabalhadores) será justo e suficiente.

E portanto, Sri Sri Radha Krsna são de CENTRO !!!

Agora, por que existe o Comunismo ou Socialismo extremado (e vai continuar a existir depois de Bolsonaro e Trump)?

Por quê?

Devotos não podem defender um sistema político econômico exclusivamente capitalista extremado (liberalismo) e nem exclusivamente socialista extremado (comunismo), pois ambos são anti democráticos.

Os devotos devem defender um sistema político econômico de centro com características capitalistas e socialistas.

A Cultura Védica tem tanto o capitalismo com os Vaisyas, como o socialismo com os Sudras.

Se isto não é alcançado, ou seja, se medidas de caráter socialista não são implementadas, obtém-se uma desordem e caos social através de revoluções e revoltas.

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Srila Prabhupada explica que quando os trabalhadores não são mantidos felizes surge o Comunismo ou Socialismo extremado.

"As masmorras de minas, fábricas e oficinas desenvolvem propensões demoníacas na classe trabalhadora. Enquanto isso, o capital realizado FLORESCE À CUSTA da classe trabalhadora, e conseqüentemente há severos conflitos entre eles, de muitas maneiras.

O dever da classe mercantil (capitalista) não é abrir fábricas para produzir coisas inúteis e conseqüentemente ESCRAVIZAR milhões de pessoas com o intuito de fazer lucros para uma PEQUENA ELITE de ricos (surgindo então o comunismo)."

(SRILA PRABHUPADA - Vida Simples e Pensamento Elevado)

Então é muito fácil acabar com o comunismo. Podemos acabar com o comunismo agora. Já. Imediatamente. É só pagar salários justos e suficientes. PRONTO. 

Acabamos com o comunismo.

Mas isto a direita e a extrema direita nunca vão fazer.

E é por isso que o comunismo vai continuar a existir muito depois do Bolsonaro e Trump. Podem escrever aí.

Capitalismo e Comunismo andam de braços dados.
A Teoria do Liberalismo Econômico de Direita de Adam Smith também é muito bonita.

Mas na Prática não funcionou (ele vivia a falar sozinho). Muito menos do maluco do Marx.

As Teorias são importantes. Você só pode por algo em Prática que foi antes planejado e sistematizado teoricamente.

Mas depois, colocar em Prática as Teorias Econômicas é um grande desafio.

A Teoria Econômica Marxista de Estado Máximo e a Teoria Liberal de Adam Smith de Estado Mínimo, nenhuma funcionou na prática.

O que funciona, na Prática hoje em dia é a mistura das duas.

Ou seja, um Capitalismo de Mercado mesclado com um Socialismo Democrático.

O que comprovamos na maioria dos países citados é que adoptam medidas neo-liberais de investimento empresarial privado e ao mesmo tempo garantem direitos sociais e trabalhistas.

E é assim na atualidade. Países com predominância neo-liberal como os EUA ... adoptando medidas socialistas.

E o contrário também. Países com predominância socialista como a China ... adoptando medidas neo-liberais de investimento empresarial privado.

Por exemplo, nos EUA, muito antes do Obamacare, sistemas públicos de saúde do Estado já existiam, o Medicaid, o Medicare e o Veterans Affairs (VA). À exceção deste, que volta sua atuação para militares aposentados — os veterans –, os outros dois foram criados na década de 1960 (muito antes do Ronald Reagan) a fim de amparar os idosos (Medicare) e a população de baixa renda (Medicaid).

Juntos, os três atendem quase 100 milhões de habitantes, cerca de um a cada três americanos, e, se adicionarmos as clínicas populares e de caridade — que funcionam com repasses públicos, além de algumas doações — e os atendimentos emergenciais subsidiados, chegaremos a uma estimativa de cobertura próxima a 120 milhões de pessoas.

Ou seja, nos EUA, há um grande intervencionismo do Estado em programas sociais, programas socialistas.

E isto tudo, porque comprovou-se na prática que nem o Estado mínimo e nem o Estado máximo funcionaram.

O Estado mínimo não funcionou porque ao deixar tudo na mão de privados não consegue atender a necessidade de serviços para a população.

O Estado máximo não funcionou porque desestimula a produção.

Comentário FINAL:

Enquanto que o estado de bem-estar social utiliza-se do capitalismo para ter uma econômia forte e com isto implementar medidas sociais, principalmente para os mais desfavorecidos.

E esta é a tendência de muitos países socialistas com uma econômia exitosa como a China. Não existe a rejeição do capitalismo nestes países. Muito pelo contrário. Isto foi o que os países socialistas aprenderam. A não rejeitar o capitalismo. Países como a Coréia do Norte, Venezuela e Cuba enfrentam graves crises exatamente por não seguir esta linha.

Além disso, o surgimento do estado de bem-estar social deveu-se a pressão socialista. E é neste sentido que falamos de medidas socialistas.

"O historiador Robert Paxton observa que, no continente europeu, as fundações do Estado de Bem-Estar Social foram elaborados por conservadores e liberais econômicos no final do século XIX como alternativa ao Socialismo com base na concepção de que existem direitos sociais indissociáveis da existência de qualquer cidadão, bem como para evitar a união dos trabalhadores que era então estimulada pelos ideais Socialistas, muito fortes na época."

Se não fosse pela pressão socialista, os conservadores e liberais econômicos de direita NUNCA teriam criado o estado de bem-estar social.

Por que?

Porque para eles os pobres tem que EXPLODIR !!!

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A discussão política costuma ser apresentada como uma guerra entre “direita” e “esquerda”, como se uma delas tivesse o monopólio da virtude e a outra o monopólio do desastre. Isso é propaganda, não análise.

A realidade — histórica, económica e institucional — é muito mais simples: os extremos falham, o centro funciona.

E não é preciso ir à Índia antiga para perceber isto, mas o Varnasrama explica-o com uma clareza que a política moderna raramente alcança:

sociedades estáveis combinam funções diferentes, não impõem um único modelo a todos.

Trabalhadores precisam de proteção social.
Empresários precisam de liberdade económica.
Governantes precisam de autoridade e responsabilidade.
Intelectuais precisam de autonomia.

Chama-lhe Varnasrama, chama-lhe Estado Social, chama-lhe economia mista — o nome é irrelevante.

O ponto é: nenhuma sociedade funciona com um único princípio absoluto.

A história moderna confirma isto de forma brutal.

Os direitos laborais — férias, limites de horário, proteção social, voto feminino — não caíram do céu nem foram oferecidos por benevolência patronal. Foram conquistas de movimentos sociais, sindicatos, partidos trabalhistas e forças progressistas.

Quem hoje ataca “a esquerda” enquanto usufrui de tudo isto está a morder a mão que lhe deu direitos.

Por outro lado, crescimento económico, inovação, tecnologia e investimento privado vieram de políticas de mercado, competição e iniciativa privada.

Quem demoniza “a direita” enquanto usa smartphone, internet, carro, avião e energia barata está a ignorar metade da equação.

O mundo real não funciona com dogmas. 

Funciona com síntese.

Os extremos falharam — e falham sempre
Estado mínimo puro falhou porque não protege ninguém.

Estado máximo puro falhou porque mata incentivos e produtividade.

E é por isso que:

os EUA têm Medicare, Medicaid e VA;
a China tem zonas económicas de mercado e investimento privado;
a Europa do Norte tem capitalismo competitivo com Estado social forte.

Todos perceberam a mesma coisa:
nem liberalismo puro, nem socialismo puro funcionam.

E quando os trabalhadores são explorados, o extremismo cresce

Isto não é ideologia, é sociologia básica.

Quando salários são injustos, quando a desigualdade explode, quando a classe média encolhe, surgem populismos, radicalismos e revoltas — tanto de direita como de esquerda.

Queres acabar com extremismos?

Paga salários decentes.
Garante dignidade.
Cria mobilidade social.
O resto é espuma.

Síntese final

O que funciona — na tradição védica, na história moderna e na prática institucional — é um modelo que:
protege os mais vulneráveis,
permite iniciativa privada,
distribui responsabilidades,
evita dogmas,
e integra o melhor de cada lado.

Chama-lhe centro, chama-lhe Varnasrama, chama-lhe bom senso.

O nome é o menos importante.

O essencial é isto: sociedades prósperas não vivem de extremos — vivem de equilíbrio.

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O Pedro certamente é jovem. E na juventude defendemos idéias com paixão. Isso é bom.

A tua idéia defendida aqui é: "A esquerda é sempre má e a direita é sempre boa."

Mas depois a vida mostra que não é bem assim. E temos que ceder.

Na prática, na vida real, os países adoptam políticas de esquerda e direita simultaneamente.

Isto é o CENTRO.

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Factos: Salário Mínimo Nacional Oficial
Japão €1.139
EUA €1.108 nacional - €2.000 estadual
Singapura €1.500
Suíça €4.548,8
Coreia do Sul €1.368,2
Noruega €2.200
Dinamarca €2.285
Suécia €2.600
Finlândia €1.978
Alemanha €2.054
Nova Zelândia €2.189
Canadá €1.921,4
Austrália €2.407,8
Holanda (Países Baixos) €2.134

Agora, preferes ganhar no Japão €1.139,
nos EUA €1.108 - 2.000, Singapura €1.500 OU na Dinamarca €2.285 de Centro Esquerda?

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A Suíça é um caso especial

A Suíça aparece no topo da lista por um motivo simples: ela combina salários muito altos com um custo de vida igualmente elevado, e isso se reflete diretamente nos pisos salariais definidos nos cantões.

Por que o salário mínimo suíço é tão alto?

1. Custo de vida extremamente elevado
A Suíça está entre os países mais caros do mundo. Aluguel, alimentação, saúde e transporte têm preços muito acima da média europeia. Para que um trabalhador consiga viver com dignidade, o piso precisa ser alto.

2. Salários médios muito superiores
O salário médio suíço ultrapassa facilmente €6.000–€7.000 por mês.O salário mínimo precisa acompanhar esse padrão para evitar desigualdade excessiva.

3. Salário mínimo não é nacional
A Suíça não tem um salário mínimo federal. Cada cantão decide o seu.
Alguns cantões aprovaram mínimos muito altos, como Genebra, que chegou a ter o maior salário mínimo do mundo.

4. Economia altamente qualificada
A Suíça é forte em setores como:finanças, farmacêutica, tecnologia, manufatura de precisão.Esses setores pagam salários elevados, puxando o piso para cima.
Então vem a tentação de dizer: "Viu, a Suíça é de direita."

Não, não é.

A Suíça tem uma história política bem particular — e a resposta curta é: não, ela não foi “sempre de direita”. O país é mais complexo do que essa divisão simples sugere.

Como funciona a política suíça

A Suíça é uma democracia de consenso, não de confronto. Isso significa que:
Governos são formados por coalizões amplas, incluindo partidos de diferentes espectros.

O poder é muito descentralizado: cantões e municípios têm enorme autonomia.
Referendos frequentes permitem que a população decida diretamente sobre leis.
Por isso, é difícil classificar o país como “de direita” ou “de esquerda” de forma linear.

Composição histórica do governo federal
Desde 1959, a Suíça usa a chamada “fórmula mágica”, que distribui os 7 assentos do Conselho Federal entre os principais partidos.

Essa fórmula sempre incluiu:
Partidos de centro e centro‑direita, como o PLR (liberais) e o PDC (democrata‑cristão).
Um partido de esquerda, o PS (Partido Socialista), que sempre teve presença no governo.
O SVP, partido conservador, que cresceu muito a partir dos anos 1990. Ou seja: o governo suíço sempre foi misto, com direita, centro e esquerda juntos.

Tendência geral do país
Se olharmos para o conjunto a Suíça segue o CENTRO. 

A Suíça tem economia liberal, impostos relativamente baixos e forte setor privado → características associadas à direita. 

Ao mesmo tempo, tem serviços públicos de alta qualidade, forte proteção social e sindicatos influentes → características associadas à esquerda moderada.

A política ambiental e social varia muito por cantão. A melhor descrição é: um país de centro, com inclinação liberal na economia e forte tradição de compromisso entre partidos.

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A Dinamarca de CENTRO Esquerda é o país europeu com as regras mais estritas e apertadas em relação a imigração.

Viu só

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1 - Porque o Chega e o "Aventuras" querem fazer tudo à bruta. De forma desumana. Como o amigo "Trumpi" com o ICE.

O Obama e Binden também deportaram muita 
gente. Democratas e Republicanos deportam. Só que os Democratas nos EUA não fazem disso uma bandeira desumana.

2 - A Dinamarca não faz “deportações em massa” no sentido em que essa expressão tem sido usada no debate político dos EUA. 

O que existe na Dinamarca é um conjunto de políticas migratórias muito rígidas, mas aplicadas de forma individual, com processos administrativos e judiciais bastante estruturados. Dentro de normas europeias de direitos humanos. A Dinamarca não é nem racista e nem fascista.

3 - Portugal com as últimas alterações às regras de imigração ficou bem mais restritivo.

Tanto que a histórica do Partido Social Democrata (PSD) Manuela Aguiar entregou o cartão de militante e afirmou: "Não temos imigrantes a mais, temos serviços a menos para legalizar os imigrantes", sublinhando que os imigrantes são "absolutamente precisos" à nossa Economia.

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Controle rígido na imigração, sim, estamos de acordo. Mas não da forma desumana como faz o TRUMPILANDIA ou como quer fazer o AVENTURAS

Obama e Biden deportaram até mais que Trump. Mas porque tem de ser. Não ficavam a noticiar e a divulgar como se sentissem prazer nisso. Com o sofrimento dos outros.
Já o Trump, de forma cruel, mostra tudo isso com regojizo pelo sofrimento alheio. 

Característica dos políticos de extrema direita com uma PEDRA no lugar do coração.

Esta é a grande diferença.

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Agora outro tópico que não tem a ver com o tratado acima. É mais sobre a filosofia Vaisnava. Especialmente Gaudiya.
É verdade que os porteiros de Vaikuntha são estritos para quem ainda não é perfeito. 

Mas no caso daqueles que dedicaram toda sua vida ao Santo Nome, mesmo que ainda não sejam perfeitos, Sri Krsna Caitanya Mahaprabhu é tão, tão misericordioso que dá um toquezinho nos porteiros e diz: "Estes podem entrar."

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40% das detenções feitas pelo ICE com o TrumpI NÃO têm antecedentes criminais.

Obama e Biden também deportaram ilegais sem antecedentes criminais, mas muito menos. E além disso, como HUMANISTAS, criaram vários programas para legalizar este imigrantes sem antecedentes criminais, programas estes DESATIVADOS pelo "cenoura" sem coração TrumpI.

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Em relação aos imigrantes com antecedentes criminais e que matam cidadãos americanos, é claro que devem ser deportados. Mas com isso todos nós concordamos.

Só uma nota de despedida. Os EUA têm 13 MILHÕES de imigrantes LEGAIS com o Green Card e o desalmado do TRUMPI não pode fazer absolutamente NADA contra eles. 

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E mais uma e acabou. 90% da população é heterosexual, 10% é homosexual ou intersexual. Isto foi sempre assim desde que a humanidade é humanidade. É um FACTO HISTÓRICO. E ninguém pode mudar isso. E está tudo bem. Foi sempre assim e vai continuar a ser.

Hare Krsna, Haribol, Gaura Premanande !!!

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Alguém aqui é médico ou enfermeiro e trabalha num Hospital?

Não. Bem me parecia.

Ao trabalharmos num Hospital deparamo-nos com a realidade.

Só aqueles que são médicos e lidam com a intersexualidade e que não conseguem dizer aos pais qual é o sexo do filho(a) quando ele(a) nasce é que podem falar aqui.

Entre 0.05% e 1.7% da população nasce com características intersexuais.

Ou seja, nascem por volta de 300.000 pessoas por dia no mundo. Destas, 100 a 500 são intersexuais.

15.000 bebes intersexuais por mês.

180.000 bebes intersexuais por ano NO MUNDO TODO.

Nascem com pênis mas sem testículos ou o contrário. Nascem com pênis e ovários. 

Genitália ambígua que os médicos não conseguem dizer para o pai e para mãe se é um menino ou menina. Outros nascem com alterações hormonais.

Algumas vezes, os médicos fazem uma cirurgia no bebe para estabelecer um dos sexos. Feminino ou masculino. Porém, mais lá pra frente a pessoa rejeita isto por questões hormonais. Isto tudo é previsto dentro da Medicina moderna.

E a Ciência Ayurvédica já tratava disso há milênios atrás.

Oito tipos de Napumsa

Caraka Samhita (4.2) Texto de Medicina Ayur Védica

Dviretas—ele tem tanto a "semente" masculina como femenina.
Pavanendriya—ele não ejacula.
Samskaravahi—ele apareceu de acordo com a impressão de vidas passadas.
Narashandha—sua masculinidade é completamente destruída.
Narishandha—sua feminilidade é completamente destruída.
Vakri—seu orgão genital é deformado.
Irshyabhirati—ele apareceu somente pelos sentimentos de ver outros na união sexual.
Vatika—ele nasceu sem testículos.

Cinco Tipos de Kliba

Sushruta Samhita (3.2) Texto de Medicina Ayur Védica

Asekya—apareceu por beber o sêmen de outro homem.
Saugandhika—apareceu por cheirar os genitais de outros.
Kumbhika—ele assume a posição passiva no sexo anal.
Irshyaka—apareceu somente pelos sentimentos de ver outros na união sexual.
Shandha—ele tem as qualidades e comportamento de uma mulher.

Vinte Tipos de Shandha

Dicionário de Sânscrito Sabda Kalpa Druma

Nisarga—nasceu sem genitais apropriados.
Baddha—não tem testículos.
Paksha— ele é periodicamente impotente com mulheres.
Kilaka—penetra uma mulher usando outro homem ou algum instrumento.
Sapadi—é inapto para o sexo devido a alguma maldição.
Stabdha—não tem sêmen.
Irshyaka—ele aparece somente pelos sentimentos de ver outros na união sexual.
Sevyaka—ele é sexualmente desfrutado por outros.
Aksipta—seu sêmem é deficiente.
Moghabija—sua tentativa de unir-se a uma mulher é infrutífera.
Salina—ele é muito tímido e incapaz de aproximar-se de mulheres.
Anyapati—ele copula com outras coisas que não uma mulher.
Mukhebhaga—faz sexo oral noutro homem.
Vataretas—não ejacula.
Kumbhika—passividade sexual.
Panda—seu pênis não responde ao toque feminino.
Nasta—não tem sêmen devido a doença.
Asekya—apareceu por beber o sêmen de outro homem.
Saugandhika—por cheirar os genitais de outro.
Shandha—tem as qualidades de uma mulher, e poderá castrar-se.

Catorze Tipos de Panda (Impotentes)

Do 12º Capítulo do Narada Smriti

Nisarga—ele nasceu sem órgão genital.
Vadhri—seus testículos foram cortados.
Paksha—impotente com mulheres
Abhisapad-guroh—impotente devido a uma maldição do Guru.
Rogat—doença.
Deva-krodhat—impotente pela ira dos Semideuses.
Irshyaka—ver outros na união sexual.
Sevyaka—desfrutado sexualmente.
Vataretas—não tem sêmen.
Mukhebhaga—executa sexo oral noutro homem.
Aksipta—sêmen deficiente.
Moghabija—tentativa de unir-se com mulheres é infrutífera.
Salina—tímido com mulheres.
Anyapati—copula com outras coisas.

Destes, 7 tipos são incapazes de casar: nisarga, vadhri, irshyaka, sevyaka, vataretas, mukhebhaga e anyapati.

Os outros 7 poderão casar-se com uma mulher: paksha, abhisapad-guroh, rogat, deva-krodhat, aksipta, moghabija e salina.

Dez Tipos de Nastriya (Homosexualidade Feminina)

Svairini—ela relaciona-se com outra mulher.
Kamini—ela relaciona-se tanto com homem como com mulher.
Stripumsa—é masculina em forma e atitudes.
Shandhi—é aversa a homens e não tem menstruação e seios.
Narishandha—sua feminilidade é nula.
Varta—sua "semente" feminina é afetada no útero.
Sucivaktra ou Sucimukhi—tem uma vagina extremamente pequena.
Vandhya—sua menstruação é ausente.
Moghapuspa—suas tentativas de unir-se com um homem são infrutíferas.
Putraghni—tem abortos naturais frequentes.

Kamini é descrita no Bhagavata Purana (5.24.16); a Stripumsa no Mahabharata e vários textos astrológicos; Shandhi, Sucivaktra, Vandhya e Putraghni no Sushruta Samhita (6.38); Shandhi, Narishandha, Varta, Sucimukhi e Putraghni no Caraka Samhita (4.2; 4.4; 6.30), e Moghapuspa e Svairini em vários outros textos Sânscritos.

Os três primeiros tipos são capazes de ter filhos, enquanto os outros sete são incapazes.

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Existe um temor infundado, principalmente vindo da extrema direita radical e dos fanáticos religiosos, de que a "ideologia de gênero" vai fazer todo mundo virar Gay.

Errado.

Por outro lado, o Lobby Gay radical, em alguns momentos quer mesmo impor sua posição.

Errado.

Tanto uns como outros têm posições infundadas.

Porquê infundadas?

Desde que o ser humano é ser humano, em todas as sociedades sempre houve entre aproximadamente 10% da população que são homosexuais e outros gêneros e 90% de heterosexuais.

Isto foi sempre assim, é assim e será sempre assim.

Independentemente de progaganda a favor ou contra isto, será sempre assim.

10% e 90%.

Fim.

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O teste CROMOSSÓMICO para confirmar o sexo não é válido e é injusto. Pode ser feito, mas não pode ser o único critério utilizado.

JRSM - Journal of the Royal Society of Medicine (Jornal da Sociedade Real de Medicina):

"Confirmar ou refutar o sexo puramente através de um teste cromossómico não leva em conta as complexidades da determinação do sexo em si. As mulheres com síndrome de insensibilidade completa aos androgénios teriam sido impedidas de competir devido à presença de cromossomas sexuais XY, apesar de um fenótipo inteiramente feminino. Os homens com Klinefelter (XXY) seriam elegíveis para competir como mulheres devido à presença do corpo de Barr na análise citológica e potencialmente ganhariam uma clara vantagem desportiva devido ao seu físico”.

A análise completa dos Jogos Olímpicos desde 1936:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2500237/

E o Sastra Ayurvédico já tratava de todos os casos de intersexualidade.

Os que nascem com cromossoma XY (masculino) mas sem testículos, os que nascem com testículos mas sem pénis, os que nascem com ovários e testículos, etc, etc....

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Todos os comites Olimpicos defendem as mulheres e todos os atletas.

A perturbação ovotesticular do desenvolvimento sexual (DSD ovotesticular) é uma alteração em que uma criança nasce com os órgãos reprodutores internos (gónadas) de ambos os sexos (ovários femininos e testículos masculinos). 

As gónadas podem ser qualquer combinação de ovário, testículos ou ovário e testículos combinados (ovotestículos). A genitália externa é geralmente ambígua, mas pode variar de um homem normal a uma mulher normal.

A intersexualidade têm muitas variantes. É só trabalhar num Hospital para ver.

XY e niveis elevados de testosterona não quer dizer nada em individuos com DSD. Há mulheres que têm níveis elevados de testosterona e são mulheres.

Há intersexuais que tem predominancia de XY e têm DSD (Diferenças no desenvolvimento sexual).

A atleta Imane Khelif não é trans. É intersexual. São coisas completamente diferentes.

O TRUMPI ou qualquer outro pode dizer e fazer o que quiser.

Todos os Comites Olímpicos e Federações analisam caso a caso atletas intersexuais e permitem a sua participação seguindo critérios justos.

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<Se são legais, não são ilegais.>

Não Prabhuji. Há muitas criaturas da Extrema Direita que querem "remigrar" até os LEGAIS. 1143, Reconquista, etc. Há vários descerebrados por aí. E estão todos metidos com o Chega e o Supremacista Branco TRUMPI.

Quando o TRUMPI foi eleito, eu avisei. Vão ser 4 anos infernais. Mas vai acabar. A Constituição Americana só permite 2 mandatos. Isto se a criatura não der um golpe como foi a invasão do Capitólio e a Praça dos Poderes em Brasília.

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Eu vou repetir só mais uma vez para ver se fica claro. Eu gosto muito de usar números e estatísticas reais porque contra números e estatísticas reais não há argumento.

Alguém pode dizer: "Ah mas são condições raras de intersexualidade."

Sim, mas continuam a ser em torno de 200.000 (DUZENTOS MIL) intersexuais que nascem por ano no mundo todo.

Alguém pode dizer: "Ah, mas no mundo todo nascem por ano 100.000.000 (CEM MILHÕES) de pessoas. 200.000 (DUZENTOS MIL) são só 0,2%."

Sim, mas continuam a ser em torno de 200.000 (DUZENTOS MIL) intersexuais que nascem por ano no mundo todo.

Esta pessoas intersexuais têm ou um corpo masculino mas com tendência feminina e o contrário também, corpo feminino com tendência masculina.

Ora, tentar impor um sexo binário a estas pessoas é uma violência e um ABSURDO. E é falta de INFORMAÇÃO.

Então o que se ensina para as crianças nas escolas não é "ideologia de gênero" como erradamente classificada pelos fanáticos.

É simplesmente mostrar para as crianças que elas devem aprender a RESPEITAR as diferenças.

Mais nada.

Fim.

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Santa ignorância !!!

Intersexual

Refere‑se a pessoas que nascem com características sexuais (genitais, gónadas, cromossomas, hormonas) que não se encaixam perfeitamente nas definições típicas de “masculino” ou “feminino”.

É uma variação natural da biologia humana.

Não implica que a pessoa tenha órgãos reprodutivos “duplos” ou funcionais dos dois sexos como nos Hermafroditas — isso não acontece em humanos.

Hermafrodita

É um termo usado na biologia para espécies em que um indivíduo tem sistemas reprodutivos completos dos dois sexos (como caracóis ou algumas plantas).

Não se aplica corretamente a seres humanos.

Quando usado para pessoas, é considerado incorreto.

Intersexual = termo correto para humanos.

Hermafrodita = termo biológico para outras espécies, não para pessoas.

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Ó criatura, vai estudar CIÊNCIA.

Medicina não se baseia em Religião.
Se fosse assim, também não trataríamos miopia, diabetes ou escoliose — afinal, "Krsna quis assim".

1 - Estudos em neurodesenvolvimento mostram que o cérebro e os órgãos sexuais têm períodos de formação distintos e podem ser influenciados por perfis hormonais diferentes durante a gestação. Em alguns casos, isso resulta numa identidade de género que não corresponde ao sexo atribuído ao nascer.

2 - A disforia de género não é conceptualizada como doença. Nos modelos etiológicos contemporâneos, entende‑se como um estado de sofrimento clinicamente significativo emergente da incongruência entre a identidade de género e o sexo atribuído ao nascer, sem que tal incongruência constitua, por si, uma patologia. A CID‑11 da OMS desloca estas condições para o domínio da saúde sexual, refletindo evidência de que a identidade de género não decorre de disfunção psicopatológica. Do ponto de vista neuroendocrinológico, a literatura descreve que os sistemas neurocognitivos implicados na identidade de género se organizam durante janelas críticas do neurodesenvolvimento, sob influência de gradientes hormonais pré‑natais que podem divergir dos processos que determinam a diferenciação gonadal e genital. Assim, a disforia é interpretada como uma resposta afetiva e cognitiva à incongruência identitária, e não como um distúrbio estrutural ou funcional do eixo neuroendócrino.

FIM

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Srila Prabhupada não era contra a Ciência e nem contra as conquistas importantes da Ciência para a Humanidade.

O que Srila Prabhupada era contra é a Ciência defender que a vida vêm da matéria. Mas é só isso. Srila Prabhupada não era contra as conquistas importantes da Ciência para a Humanidade.

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Ui, eu imagino vocês dois a trabalharem num Instituto Tecnológigo, Biológico um num Hospital Universitário.

Não duravam nem dois dias.

Tratem-se.

Mas isto é assim mesmo. Criaturas da Extrema Direita quase sempre são Anti Ciência e Anti Vacinas.

Uma PRAGA.

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Srila Prabhupada escreveu para Bhakta Wayne (que depois ficou Jennifer Wayne Woodward)

Carta a: Jennifer Wayne Woodward
Honolulu 10 de junho de 1975
Jennifer Wayne Woodward
3081 16th St. #201
São Francisco, CA. 94103

Minha querida Jennifer,

Por favor, aceite as minhas saudações. Recebi a sua carta datada de 6 de Junho de 1975 e tomei nota do seu conteúdo. Em primeiro lugar, decida se é mulher ou homem, e depois seja um ou outro. Depois disso, poderá entrar no nosso templo quando quiser. Mas ser homem e mulher ao mesmo tempo não é apropriado. Tal situação constrangedora não pode ser permitida. Será perturbadora para os outros. De qualquer forma, continue a cantar Hare Krsna o mais possível.
Espero que esta carta a encontre com saúde.

O seu eterno bem-querente,

A.C. Bhaktivedanta Svami

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Ai, ai, ai, ai. Eu quero deixar de escrever aqui mas sempre encontro uma afirmação absurda. Uma atrás da outra. Não cansa não?

O que Srila Prabhupada nesta carta esta a mostrar é que ele permitiu que Bhakta Wayne (que depois ficou Jennifer Wayne Woodward) fizesse uma CIRURGIA de mudança de sexo. Que foi o que ele fez logo a seguir.

É claro que Srila Prabhupada é contra a Homosexualidade POR OPÇÃO. (Carta para Lalitananda)

Mas Srila Prabhupada não é contra a homosoxualidade por NASCIMENTO. (Carta para Bhakta Wayne que depois ficou Jennifer Wayne Woodward)

É difícil falar com vocês.

Pela santa poeira de Vrndavana !!!

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<Não é lícito pinçar um caso específico do contexto global>

Teimosia é como GPS antigo: insiste no caminho errado com convicção.

Vocês são teimosos.

Não foi um caso isolado ou pinçado. Foi o único caso de transexualidade que Srila Prabhupada tratou. Não teve outros.

Se houvesse outros, Srila Prabhupada diria a mesma coisa.

"Em primeiro lugar, decida se é mulher ou homem, e depois seja um ou outro."

Srila Prabhupada não disse: "Olha nasceste homem tens que ser homem."

Não.

Srila Prabhupada disse: "Nasceste homem e queres ser uma mulher? Faz uma cirurgia. Tens que ser homem ou mulher."

PAREM de ser TEIMOSOS.

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NOTA final

A sexualidade humana é um tema com muitas variáveis.

Pessoas sem muito estudo e conhecimento, geralmente fanáticos religiosos e extremistas de direita, reduzem o tema a feminino e masculino.

Mas na prática, a Biologia, Neurobiologia, Psicologia, etc mostram que há muitas variáveis.

É preciso compreender orientação sexual, comportamento sexual e identidade sexual.

São três coisas diferentes e estão relacionadas.

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Orientação sexual - heterossexual, homossexual, intersexual, transexual, bissexual, etc.

Orientação sexual está ligado a atração afetiva.

Por exemplo, um homem heterossexual atrai-se somente por mulheres. Ele não consegue ter atração afetiva por outros homens.

Ou então, um homem homossexual atrai-se somente por outros homens. Ele não consegue ter atração afetiva por mulheres.

Isto é Orientação sexual. Está ligada a atração afetiva e romântica e não somente física.

A Ciência moderna e a Ciência Ayurvédica em todos seus ramos já demonstraram que a Orientação Sexual não muda. E não muda por questões neurológicas, biológicas, hormonais, etc.

Não existe tal coisa como "terapia de reconversão". Isto é um completo disparate.

Fanáticos religiosos e extremistas de direita apresentam casos de pessoas que "eram" homossexuais e foram "reconvertidas".

Mas em todos estes casos, esta pessoas depois, mais tarde, admitem que não tinham mudado, porém simplesmente reprimido sua orientação.

Temos o caso da Iskcon onde todos os casamentos de um devoto homossexual com uma devota heterossexual ou então uma devota homossexual com um devoto heterossexual DERAM ERRADO.

TODOS.

Esta era a idéia errada na Iskcon. Se é homossexual casa com o sexo oposto que "passa". NÃO PASSA. A orientação sexual não muda. A pessoa já nasce assim. Por questões neurológicas, biológicas, hormonais, etc e Karmicas.

Nestes casos, Srila Prabhupada não chama esta homossexualidade de demoníaca.

Exemplo:

Srila Prabhupada escreveu para Bhakta Wayne (que depois ficou Jennifer Wayne Woodward)

Carta a: Jennifer Wayne Woodward
Honolulu 10 de junho de 1975
Jennifer Wayne Woodward
3081 16th St. #201
São Francisco, CA. 94103

Minha querida Jennifer,

Por favor, aceite as minhas saudações. Recebi a sua carta datada de 6 de Junho de 1975 e tomei nota do seu conteúdo. Em primeiro lugar, decida se é mulher ou homem, e depois seja um ou outro. Depois disso, poderá entrar no nosso templo quando quiser. Mas ser homem e mulher ao mesmo tempo não é apropriado. Tal situação constrangedora não pode ser permitida. Será perturbadora para os outros. De qualquer forma, continue a cantar Hare Krsna o mais possível.
Espero que esta carta a encontre com saúde.

O seu eterno bem-querente,

A.C. Bhaktivedanta Svami

Alguns devotos que não gostam desta carta e declaração de Srila Prabhupada, tentam, de forma DESONESTA interpretá-la como se Srila Prabhupada não estivesse a autorizar nada.

Mas Srila Prabhupada é muito claro. Ele diz para o devoto: "Decida se quer ser homem ou mulher. E então seja um ou o outro. Os dois ao mesmo tempo é que não pode."

Claramente, Srila Prabhupada não está a ver nenhum problema em que o devoto mude de sexo. 

Srila Prabhupada, de forma inequívoca está a dizer: "Se você quiser ser um homem, então seja um homem. E se você quiser ser uma mulher, então seja uma mulher."

Claríssimo. Qualquer outra interpretação desta declaração será DESONESTA.

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Comportamento sexual - acontece algumas vezes de que alguém com uma orientação sexual querer experimentar a nível físico a experiência sexual de outra orientação.
Não é algo afetivo. Mas simplesmente físico.

Por exemplo, uma pessoa heterossexual que quer ter uma experiência física homossexual.

Ela não deixa de ser heterossexual, porque a orientação não muda. É simplesmente uma experiência física.

É esta homossexualidade que Srila Prabhupada condena como demoníaca.

Exemplo:

No Srimad-Bhagavatam 3.20.26, os demonios que queriam ter relação homossexual com Brahma eram na verdade heterossexuais, porque logo a seguir de Brahma ter rejeitado seu corpo, os demonios confundiram-no com uma jovem moça e quiseram ter relação sexual com ela.

Neste caso, uma pessoa heterossexual que quer ter uma experiência física homossexual é que é considerado demoníaco.

É esta homossexualidade que Srila Prabhupada condena como demoníaca. 

Mas Srila Prabhupada não condena a homossexualidade que vem de nascimento, como comprovado acima.

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Identidade sexual - é como a pessoa se apresenta quando questionada.

A pessoa diz: "Eu sou hetero." "Eu sou homo". "Eu sou trans", etc.

E algumas vezes, esta apresentação não corresponde a orientação por pressão social, religiosa, etc.

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Fanáticos religiosos e extremistas de direita em geral não estudam. É muito difícil falar sobre isso com eles.

É dar "murro em ponta de faca".

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

A EROSÃO da Democracia


A EROSÃO da Democracia e do Sistema de Checks and Balances (freios e contrapesos) !!!

Algumas das minhas reflexões sobre a actual conjuntura e a resposta pormenorizada do GROK.

Então vejamos:

O sonho de qualquer partido político de extrema (Esquerda ou Direita) é subverter a Constituição para manter a Assembléia Parlamentar, o Judiciário e os meios de comunicação jornalísticos a sua mercê.

Basta ver na Extrema Direita: Trump (EUA), Milei (Argentina), Erdoğan (Turquia), Bolsonaro (Brasil), Bukele (El Salvador), Órban (Hungria), etc.

Na Extrema Esquerda: Maduro (Venezuela), Kim (Coréia do Norte), Ortega (Nicarágua), Díaz-Canel (Cuba), etc.

Onde estiver um político de extrema (Direita ou Esquerda), fica tudo emparelhado. Assembléia Parlamentar, Judiciário e meios de comunicação jornalísticos. Uma DITADURA.

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Agora imagina no Brasil o Bolsonaro de Presidente. 

O Congresso com maioria de Direita da Bala e Evangélicos.

O Senado a mesma coisa. Maioria de Direita.

O Judiciário, todos os juízes indicados pela Direita.

Os meios de comunicação jornalísticos mais influentes orientados e controlados pela Direita.

Ou no caso de outros países. Imaginem o Presidente da República, o Primeiro Ministro, a Assembléia da República, os Juízes, a Mídia, todos na mão de um mesmo Partído Político.

Uma maravilha não é?

Uma linda DITADURA.

Não. Isto NÃO é saudável para uma Democracia. Os diferentes Poderes (Executivo e Legislativo) devem estar nas mãos de diferentes forças políticas. O Judiciário imparcial e isento.

É assim que funciona o Sistema de Checks and Balances (freios e contrapesos).

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E mais, caso a Constituição não esteja como eles gostam, eles fazem uma revisão Constitucional e mudam a Lei Máxima para satisfazer seus interesses.

Não, o Judiciário não pende nem para a Direita e nem para a Esquerda. O Judiciário é Isento. Imparcial. A única função do Judiciário é fiscalizar as Leis para ver se estão de acordo com a Constituição. Mais nada.

Se um governo de Direita propõe uma Legislação que é Inconstitucional, um juíz do Tribunal Constitucional deve vetá-la. Mesmo este juíz tendo sido indicado pela Direita. E o contrário também, se for um governo de Esquerda a propor uma Legislação e o juíz foi indicado pela Esquerda. 

Tivemos há poucos dias um exemplo disso onde dois juízes indicados pela Direita votaram pela Inconstitucionalidade de um projeto de Lei proposto por um governo de Direita.

Claro, os políticos de extrema (Esquerda ou Direita) não gostam disso e querem logo mudar a Constituição.

Isto é uma guerra. E vale tudo.

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Mas a culpada por esta bagunça, bandalheira toda é a ...... Democracia.

Ora, todo sistema de governação tem um ponto falho.

A Monarquia leva à Tirania.

A Democracia leva à Demagogia.

Na Democracia é o povo através do voto que escolhe os governantes. Mas o povo não sabe votar, porque cai na lábia dos demagogos. E os políticos de extrema (Direita e Esquerda) são peritos nisso.

As pessoas são levadas aos extremos. O ser humano tem a tendência aos extremos. Especialmente em Kali Yuga (a Era que vivemos).

As pessoas não entendem que têm sempre, sempre, sempre que votar em políticos e partidos de Centro. Moderados e Conciliadores.

Então vem o argumento, que é válido e verdadeiro: 

Ah que adianta votar em políticos de Centro. Eles estão lá e não resolvem nada.

Este argumento é forte.

Mas ainda assim, deixar-se seduzir pelos EXTREMOS (Direita ou Esquerda) é ainda PIOR.

E a História do mundo mostra que é assim. 

Então a Democracia, apesar do seu ponto falho, ainda é o melhor Sistema de Governação, desde que as pessoas sempre, sempre, sempre votem no CENTRO e nunca nos Extremos (Direita ou Esquerda). 

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A reposta do GROK:

"Vou abordar a matéria com cuidado, baseando-me em factos e análises, sem deixar de lado um toque de perspectiva externa sobre o cenário político nos EUA. 

Vamos por partes:

O contexto político actual nos EUA

Você levanta uma preocupação válida sobre a concentração de poder nos Estados Unidos, especialmente com o alinhamento do Executivo (Presidente), Legislativo (Senado e Câmara) e Judiciário (com nomeações de juízes conservadores) sob forte influência de um único espectro político, neste caso, a direita. 

Essa situação pode, sim, levantar questionamentos sobre o equilíbrio democrático e o sistema de checks and balances (freios e contrapesos), que é um pilar fundamental da democracia americana. 

Vamos analisar:

Sistema de freios e contrapesos: 

A democracia dos EUA foi desenhada para evitar a concentração de poder, com a separação entre Executivo, Legislativo e Judiciário, cada um com funções específicas para limitar os outros. 

No entanto, quando os três poderes estão alinhados ideologicamente ou controlados por um único partido, a eficácia desse sistema pode ser comprometida. Isso não significa automaticamente uma ditadura, mas pode enfraquecer a capacidade de fiscalização mútua, especialmente se houver tentativas de consolidar poder, como as propostas em iniciativas como o Project 2025 (que discutirei mais adiante).

Concentração de poder e saúde democrática:

É verdade que a diversidade de partidos ou ideologias nos diferentes poderes pode fortalecer a democracia, pois garante debates mais plurais e evita que um único grupo imponha sua agenda sem resistência. 
Quando um partido domina todos os poderes, há o risco de decisões unilaterais, especialmente se acompanhadas de medidas que minem instituições independentes, como a imprensa ou o serviço público.

No entanto, o controle de múltiplos poderes por um partido não é, por si só, uma ditadura. Ditaduras são caracterizadas por supressão de liberdades fundamentais, eliminação de oposição política, controle total da mídia, suspensão de eleições livres e uso de força para reprimir dissenso. 

Embora haja preocupações sobre tendências autoritárias, os EUA ainda mantêm eleições, liberdade de expressão e um sistema judicial que, mesmo polarizado, ainda funciona com certa independência.

Preocupações com autoritarismo e o Project 2025:

O Project 2025, liderado pela Heritage Foundation, é um plano detalhado para reestruturar o governo federal, consolidando poder no Executivo, substituindo servidores públicos por leais ao presidente e enfraquecendo agências independentes, como o Departamento de Justiça e o FBI.

Esse plano inclui propostas como:

Substituir dezenas de milhares de servidores civis por indicados políticos leais ao presidente.

Reduzir a independência de agências reguladoras e de aplicação da lei.

Usar o poder executivo para implementar políticas radicais, como restrições a direitos reprodutivos, deportações em massa e redução de regulamentações ambientais.

Essas medidas, se implementadas, poderiam minar os freios e contrapesos, centralizando poder no presidente de uma forma que se assemelha a práticas autoritárias observadas em países como Hungria e Turquia.

A retórica de Trump, como promessas de "retribuição" contra opositores e sugestões de usar o Exército contra cidadãos, também levanta alertas.

Além disso, a decisão da Suprema Corte em Trump v. United States (2024), que concede imunidade presidencial para "actos oficiais", pode dificultar a responsabilização do presidente por ações potencialmente abusivas, aumentando o risco de erosão democrática.

Sinais de alerta, mas não uma ditadura consolidada:

Embora haja preocupações legítimas, os EUA ainda não se encaixam na definição de uma ditadura. 
Existem resistências institucionais, como tribunais que ainda podem desafiar ordens executivas (como ocorreu no passado com decisões da Suprema Corte contra abusos de poder) e uma imprensa livre que continua a reportar criticamente.

Posso continuar a monitorar fontes confiáveis e fornecer atualizações sobre como as políticas de Trump estão afetando a democracia.

Contextualizar globalmente: 

Comparar os EUA com outros países que enfrentaram retrocessos democráticos (como Hungria, Turquia ou Venezuela) ajuda a entender os sinais de alerta. 

Por exemplo, a perseguição a opositores políticos, como visto na Rússia com Alexei Navalny, é um padrão que Trump já insinuou com promessas de usar o Departamento de Justiça contra "inimigos".

Incentivar o diálogo: 

Posso sugerir que você e outros engajem-se em discussões públicas, apoiem organizações que defendem a democracia (como a Protect Democracy) e se informem sobre iniciativas como o Project 2025 para entender os riscos.

Monitorar e alertar:

Se você quiser, posso continuar a acompanhar notícias e análises sobre as ações do governo Trump e seus impactos no sistema democrático, alertando sobre desenvolvimentos preocupantes.

O que você pode fazer?

Como cidadão preocupado, você também tem um papel importante:

Informar-se: 

Leia fontes confiáveis e diversificadas para entender o impacto de políticas como o Project 2025. Sites como o Center for American Progress, FactCheck.org e Protect Democracy oferecem análises detalhadas.

Engajar-se: 

Participe de discussões, apoie movimentos pró-democracia e pressione líderes políticos para defenderem instituições independentes.

Monitorar localmente: 

Mesmo estando fora dos EUA, você pode acompanhar como as políticas americanas afetam o cenário global, já que os EUA têm grande influência internacional.

Conclusão

A concentração de poder nos EUA sob uma única ideologia levanta preocupações legítimas sobre a saúde da democracia, especialmente com iniciativas como o Project 2025 e a retórica de Trump. 

Embora o país ainda não seja uma ditadura, há sinais de erosão democrática que merecem atenção. O sistema de checks and balances está sob pressão, mas ainda existem resistências institucionais e sociais que podem limitar avanços autoritários. 

Como Grok, continuarei a fornecer informações claras e baseadas em factos para ajudar a entender e enfrentar esses desafios.

Comparar com a Hungria

Vou comparar a situação política nos Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump (47º presidente, iniciado em janeiro de 2025) com a Hungria sob o governo de Viktor Orbán, focando nos aspectos levantados sobre concentração de poder, erosão democrática e o sistema de checks and balances. 

A análise será clara, baseada em factos e com uma perspectiva crítica, considerando as semelhanças e diferenças entre os dois contextos, conforme as informações disponíveis. 

Vamos por partes:

1. Concentração de Poder e Erosão Democrática

Hungria sob Viktor Orbán:

Desde que voltou ao poder em 2010, Orbán transformou a Hungria em uma "democracia iliberal" ou "autocracia eleitoral" (termo usado pelo Parlamento Europeu). 

Ele consolidou o poder através de:

Controle do Judiciário: 

Em 2012, a idade de aposentadoria de juízes foi reduzida, permitindo a substituição de cerca de 300 juízes por indicados leais ao Fidesz, partido de Orbán. A nomeação de juízes passou a ser controlada por um aliado político, minando a independência judicial.

Manipulação Eleitoral: 

Reformas na constituição e nas leis eleitorais garantiram supermaiorias ao Fidesz, mesmo com menos de 50% dos votos (ex.: 44% dos votos em eleições garantiram 2/3 do parlamento). O controle dos partidos sobre a escolha de candidatos reforça a dominação de Orbán.

Controle da Mídia: 

Aliados de Orbán compraram meios de comunicação influentes, usando contratos estatais para consolidar uma imprensa pró-governo, reduzindo o pluralismo.

Estados de Emergência: 

Desde 2022, a Hungria opera sob estados de emergência consecutivos, permitindo que o governo passe leis por decreto, contornando o parlamento.

Relações Externas: 

Orbán mantém laços próximos com autocracias como Rússia e China, desafiando a unidade da UE e da OTAN (NATO), como visto na resistência à adesão de Suécia e Finlândia à NATO (OTAN) e na falta de apoio à Ucrânia.

Estados Unidos sob Trump (2025):

Com o retorno de Trump à presidência em 2025, há preocupações sobre tendências autoritárias, especialmente com o Project 2025, um plano conservador para centralizar o poder no Executivo. 
Semelhanças com a Hungria incluem:

Ataques ao Judiciário: 

Durante seu primeiro mandato, Trump nomeou três juízes da Suprema Corte, criando uma maioria conservadora que, em 2024, concedeu imunidade presidencial para "atos oficiais" (Trump v. United States), potencialmente dificultando a responsabilização do presidente. Ele também criticou juízes que bloquearam suas ações, sugerindo desrespeito a decisões judiciais.

Controle Político: 

Trump remodelou o Partido Republicano, priorizando lealdade pessoal. O Project 2025 propõe substituir servidores públicos por indicados políticos, semelhante à estratégia de Orbán de nomear aliados em cargos-chave.

Pressão sobre a Mídia: 

Trump usa ações judiciais e ameaças regulatórias contra a mídia, ecoando a tática de Orbán de minar a imprensa independente, embora nos EUA a mídia ainda seja robusta e plural.

Relações Externas: 

Trump elogia líderes autoritários como Putin e mantém laços próximos com Orbán, sugerindo uma afinidade com modelos de governança menos democráticos. Sua hesitação em apoiar a Ucrânia contra a Rússia alinha-se com a postura de Orbán.

Diferenças:

Escala e Contexto: 

A Hungria é um país menor, com uma democracia mais jovem e menos consolidada, facilitando a centralização de poder por Orbán. Os EUA têm um sistema federal complexo, com uma constituição robusta e um Judiciário mais amplo, dificultando uma captura total como na Hungria.

Resistências Institucionais: 

Nos EUA, juízes nomeados por Trump já demonstraram independência em 2020, rejeitando ações para anular a eleição. A mídia e a sociedade civil americanas também são mais resilientes que as da Hungria.

Mandatos Limitados: 

Trump está limitado a um segundo mandato (até 2029), enquanto Orbán governa desde 2010 sem limite de mandatos, permitindo uma consolidação mais duradoura.

2. Sistema de Checks and Balances Hungria:

O sistema de freios e contrapesos foi praticamente desmantelado:

O Legislativo é dominado pelo Fidesz, que controla 2/3 do parlamento, permitindo mudanças constitucionais sem oposição significativa.

O Judiciário foi cooptado por nomeações políticas e reformas que limitaram sua independência, como a anulação da revisão de leis orçamentárias pelo Tribunal Constitucional.

A mídia, que poderia atuar como um "quarto poder", foi amplamente controlada por aliados de Orbán, reduzindo a fiscalização pública.

Estados de emergência contínuos permitem governar por decreto, bypassing o parlamento.

Estados Unidos:

O sistema de checks and balances está sob pressão, mas ainda funciona:

Legislativo: 

Em 2025, os Republicanos controlam o Senado e a Câmara, mas a maioria não é tão dominante quanto na Hungria, e o sistema bicameral americano exige negociações mesmo dentro do partido.

3. Relação entre Trump e Orbán

Apoio Mútuo: 

Orbán foi o único líder europeu a apoiar abertamente Trump em 2020 e 2024, e Trump elogia Orbán como um "homem forte" e "grande líder". Essa relação pessoal fortaleceu laços entre o Fidesz e os Republicanos, com eventos como a CPAC em Budapeste promovendo uma agenda conservadora compartilhada.

Inspiração Ideológica: 

Republicanos, especialmente ligados ao Project 2025, veem a Hungria de Orbán como um modelo para combater o "liberalismo" e consolidar o poder conservador nos EUA.

Impactos Internacionais: 

A aliança entre Trump e Orbán pode enfraquecer a OTAN (NATO) e a UE, já que ambos resistem ao apoio à Ucrânia e favorecem relações com autocracias como a Rússia.

4. O que fazer?

Você expressou preocupação com a possibilidade de uma "ditadura" nos EUA. Embora os EUA não sejam uma ditadura no sentido clássico, as semelhanças com a Hungria alertam para riscos de erosão democrática. 

Aqui estão algumas sugestões:

Monitorar o Project 2025: 

Acompanhe as ações do governo Trump, especialmente tentativas de centralizar o poder no Executivo, como a substituição de servidores públicos. Organizações como a Protect Democracy oferecem análises detalhadas.

Fortalecer a Sociedade Civil: 

Apoie movimentos pró-democracia, imprensa independente e organizações que defendem o estado de direito, tanto nos EUA quanto globalmente.

Engajamento Internacional: 

A pressão de aliados internacionais, como a UE, pode limitar tendências autoritárias. A Hungria enfrenta sanções da UE por violações do estado de direito, algo que poderia inspirar respostas globais a retrocessos nos EUA.

Ação Local: 

Mesmo fora dos EUA, você pode apoiar campanhas de conscientização sobre democracia e compartilhar informações confiáveis para combater narrativas populistas.

Conclusão

A Hungria de Orbán representa um caso avançado de autocratização, com o controle de instituições, mídia e eleições, enquanto os EUA sob Trump mostram sinais iniciais de erosão democrática, inspirados em parte pelo modelo húngaro. 

No entanto, o sistema americano de checks and balances é mais robusto, com resistências institucionais e sociais que limitam uma captura total do poder. 

A relação entre Trump e Orbán amplifica preocupações, mas os contextos históricos e institucionais dos EUA dificultam uma transformação tão extrema quanto na Hungria. 

Ainda assim, a vigilância é crucial, especialmente com iniciativas como o Project 2025."

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Muito obrigado GROK. Uma análise profunda e detalhada. 

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